Flávio Dino repete em 2021 estratégia de manipulação usada em 2011

Em 2011 o então ex-juiz Flávio Dino comandava o grupo de oposição ao prefeito João Castelo. Formado por um grande número de integrantes, o bloco tinha vários postulantes ao cargo de candidato a prefeito. Inclusive o próprio Flávio Dino. Assim como nas eleições de 2012, Flávio Dino arquitetou a mesma estratégia de controle dos aliados em 2022. Em 2011 a reeleição de João Castelo era dada como dificílima. A fraqueza política do gestor acendeu o desejo de vários membros da então chamada “Frente de Libertação do Maranhão” em concorrer ao cargo. Além do próprio Flávio Dino, também pretendiam entrar na disputa o ex-prefeito Tadeu Palácio, os deputados Edivaldo e Eliziane Gama, além de outros nomes de menor expressão. A saída para equalizar a situação encontrada por Flávio Dino foi esperar as pesquisas e escolher, de forma democrática, o candidato do grupo. Não cumpriu. Na calada da noite foi alçado ao cargo de candidato o deputado Edivaldo Holanda Jr. Atrás de Eliziane e Tadeu nas pesquisas, sem articulação política e, ainda por cima, ex-aliado de primeira linha de João Castelo, Edivaldo conseguiu a vaga almejada por todos. Ocorre que Flávio Dino prometeu uma escolha “democrática” e fez entregou uma escolha pessoal. A tragédia política que abalou o ex-prefeito João Castelo, que disputou a reeleição isolado, assegurou a vitória de Edivaldo. Antes disso, Dino fez questão de isolar os demais membros do grupo. Em julho de 2021, em uma reunião no Palácio dos Leões, Flávio Dino mais uma vez prometeu critérios objetivos na escolha do candidato. O principal deles era o resultado das pesquisas eleitorais. Quem melhor estivesse seria colocado como candidato. Passados quatro meses, o governador deixou de lado o que prometera e anunciou, como em 2011, o escolhido à revelia do que havia sido antes acordado mudando completamente as regras que ele mesmo havia estabelecido. Flávio Dino anunciou sua preferência e deixou a cargo dos partidos acatar, ou não. Escolhido por Flávio Dino, apesar da insatisfação dos demais pré-candidatos, o vice-governador Carlos Brandão iniciou uma ofensiva entre o “baixo clero” do grupo para dar um verniz de adesão ao “conselho” do governador. Os principais alvos são aliados do senador Weverton Rocha. Dadas as circunstâncias, é quase impossível que a vontade pessoal, travestida de coletiva, do governador para sua sucessão não seja efetivada. Brandão será o candidato do “grupo”. Resta saber se os demais farão como Eliziane e Tadeu em 2011, que abdicaram de suas candidaturas, ou se irão resistir à infidelidade de Flávio Dino.
Venezuela é o país mais pobre da América Latina

De acordo Fundo Monetário Internacional (FMI), a Venezuela vai ultrapassar o Haiti e ocupará o posto de nação mais pobre do continente americano, quando o ano de 2021 terminar. O Haiti, historicamente devastado por terremotos e por intensos conflitos políticos, se acostumou com o poder do crime organizado e com o colapso permanente. Sempre foi conhecido por ser o país mais pobre das Américas. A Venezuela, atualmente, comandada por Nicolás Maduro, vive uma ditatura socialista. Com uma população de 28 milhões de habitantes, possui uma das maiores reservas petrolíferas do mundo. Mas o país socialista amarga a menor renda per capita da América Latina: US$ 1.627 — atrás do Haiti, com US$ 1.690. Desde que líderes socialistas assumiram o controle na Venezuela, as finanças do país vem colapsando. Há 10 anos a renda per capita era de US$ 12,1 mil. Segundo Erik de Bufalo, professor da Universidade Simón Bolívar, a política econômica chavista é a grande responsável pela atual situação. “Para um país que já teve a terceira maior economia da região, essa situação é lamentável. Mas não é uma surpresa, porque o modelo de exploração chavista tem levado a isso”, afirmou Ele ressaltou que , nos últimos 7 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) venezuelano caiu 81,8%.
Maranhão entre os maiores exportadores de mão de obra escrava do país

De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Maranhão é um dos maiores fornecedores de mão de obra escrava no Brasil. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram dos mais de 55 mil trabalhadores que foram libertados de condições análogas à escravidão no Brasil, entre os anos de 1995 e 2020, 22% são maranhenses. Normalmente, são homens migrantes internos ou externos, que possuem entre 18 e 44 anos, sendo 33% deles analfabetos. Em busca de oportunidade para tentar mudar a realidade em que vivem ou atraídos por falsas promessas, eles saem de casa para a região de expansão agropecuária ou para grandes centros urbanos. Segundo o MPT, Pará, São Paulo, Amapá e Tocantins são os principais destinos desses trabalhadores. Agropecuária é o setor econômico com mais casos de trabalhadores resgatados no Maranhão – sendo 39% deles da criação de bovinos para corte, 22% da fabricação de álcool e 16% do cultivo de arroz.
Escola Digna: aluno mata colega dentro de colégio no Maranhão

Uma briga entre dois estudantes terminou em morte na tarde dessa quarta (1). O estudante Mozaniel Costa Sodré, de 16 anos, foi esfaqueado na altura do peito. O crime ocorreu na Escola Deusdeth Cortez Vieira da Silva, no município de Cajapió, localizado na baixada maranhense. Segundo informações da Polícia Militar, antes do crime os dois estudantes se desentenderam e travaram uma luta corporal. O agressor desferiu um golpe de faca na altura do peito de Mozaniel, que morreu no local. O autor é um jovem de 17 anos, que fugiu logo após de cometer o crime, mas acabou apreendido em seguida pelos policiais militares. Ele foi encaminhado à Delegacia de São Vicente Ferrer, onde foram realizados os procedimentos necessários.
Eliziane silenciou em relação a ataques contra evangélicos durante sabatina

Relatora do processo de sabatina do advogado André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF), a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) não reagiu aos ataques contra Mendonça por conta de sua orientação religiosa. Assim como o postulante ao cargo no STF, Gama também se apresenta como evangélica. Durante as várias horas em que foi sabatinado na CCJ, Mendonça foi alvo de perguntas que caracterizavam o exercício de sua fé como algo indesejado. Questões como casamento gay, aborto e outras situações foram colocadas de forma a constranger Mendonça. Apesar da visível tentativa de desmerecê-lo por sua condição religiosa, durante toda a sabatina a senadora abdicou da defesa da fé evangélica. Aliás, no próprio relatório a senadora fez questão de revelar sua predileção pelo esforço de barrar a inserção das crenças evangélicas no estado. “Em nosso país não prosperou nem prosperará modelos de Estado como o teocrático”, disse. A expressão é um ataque, indireto, ao desejo de evangélicos de terem suas posições defendidas na politica. Gama apresentou relatório favorável à condução de Mendonça ao STF e comemorou sua indicação. Contudo, no momento em que a fé mais precisou de defesa, a senadora optou pelo silêncio. O desânimo em defender pautas evangélicas pode ser explicado pelo furor com que a senadora tem defendido pautas de esquerda. A única
“Nada vai diminuir o meu ânimo de continuar investigando a Sinfra”, diz César Pires

O deputado César Pires voltou a exigir transparência do Governo Flávio Dino. O parlamentar cobrou clareza quanto ao uso dos recursos públicos geridos pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra). “Em resposta à nossa solicitação de informações, o secretário da Sinfra nos encaminhou um calhamaço de papel que estamos devolvendo por não conterem os documentos que solicitamos, como dados do processo licitatório, plano de trabalho e fonte de recursos. E estamos informando toda essa situação ao Ministério Público, que paralelamente está acompanhando esse processo”, enfatizou o deputado. Cesar ressaltou que existe suspeita sobre o desvio de conduta em contratos para obras em estradas estaduais. Ele não recebeu todas informações oficiais que solicitou ao órgão. Com isso, o deputado não consegue cumprir o deve constitucional de fiscalizar os atos do Executivo. “Mostra-se inteiramente impossível o exercício de minha função fiscalizatória quando não me são disponibilizados os meios para tanto”, afirmou o deputado. César Pires ponderou que ele e o Ministério Público têm as suas ações dificultadas pela Sinfra, pois não são fornecidos os elementos necessários para acontecer a fiscalização. E reafirmou que a atuação da oposição e dos órgãos de controle é de fundamental importância para garantir os direitos da população. “O que nos enviaram era apenas um volume gigantesco tentando ludibriar o meu conhecimento, mas nada vai diminuir ou arrefecer o meu ânimo de continuar investigando a Sinfra. Não vou parar. Nossos ofícios continuarão chegando até que nos enviem o plano de trabalho, os comprovantes das medições e dos pagamentos, e demais informações que nos forem necessárias”, completou. César criticou o Sinfra e disse que a incapacidade do órgão em esclarecer corretamente todo o processo de contratação de empresas, execução de serviços e pagamentos compromete a transparência exigida por lei e impede a fiscalização que é prerrogativa parlamentar.
Pela primeira vez na história, Disney nomeia uma mulher presidente

Susan Arnold será a primeira mulher a comandar a Walt Disney Company em 98 anos de história. Ela foi escolhida para substituir Bob Iger, que assumiu a empresa em 1986. Susan integrava o Conselho de Administração da empresa havia 14 anos. E a partir do ano que vem comandará a Disney.“Susan é uma executiva incrivelmente estimada, cuja riqueza de experiência, integridade inabalável e opinião especializada têm sido inestimáveis desde que ela ingressou no conselho em 2007”, afirmou Iger em um comunicado. Susan foi executiva do grupo de investimento Carlyle e ocupou cargos de comando em gigantes como a Procter & Gamble (P&G) e o McDonald’s.
Senado aprova e Mendonça é o novo ministro do STF

O ex-advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, André Mendonça, recebeu 47 votos favoráveis, 32 contrários, no Plenário do Senado Federal. Com o resultado, ele passa a ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele poderá ocupar a cadeira na Suprema Corte pelos próximos 27 anos, até 2048. Há quase 5 meses o presidente Bolsonaro (PL) indicou Mendonça para substituir Marco Aurélio Mello, que se aposentou em julho. Mendonça foi sabatinado durante cerca de 8 horas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que encaminhou a indicação para o Plenário com 18 votos favoráveis e 9 contrários.