Eleições 2022: TSE aprova a federação partidária em resolução

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Uma resolução sobre a escolha e o registro das candidaturas para as eleições de 2022 foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com as novas regras, dois ou mais partidos poderão se unir em uma federação partidária, por um período mínimo de quatro anos, para atuarem como uma só agremiação política nas eleições e na legislatura. No mínimo seis meses antes do primeiro turno, o partido deve ter o registro do estatuto apresentado no TSE para participar das eleições, com a obrigatoriedade de possuir um diretório formado. Porém às coligações poderão ser articuladas apenas para as eleições majoritárias: como para a Presidência da República, aos governos estaduais e ao Senado Federal. Em 2022 será a primeira vez das eleições gerais com a nova regra.

Lula e Alckmin promovem jantar em restaurante de luxo em São Paulo

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Na noite do último domingo (19) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) se reuniram publicamente no restaurante Figueira Rubaiyat, no Jardim Paulista. Organizado pelo Prerrogativas, grupo de advogados antilavajatistas, o “Jantar pela Democracia” marcou o primeiro encontro dos políticos desde que começaram a negociar uma aliança para disputar as eleições de 2022. O evento reuniu cerca de 500 convidados, incluindo governadores, presidentes de partidos. Alckmin recentemente saiu do PSDB, partido que fundou, e tem sido apontado como possível candidato a vice-presidente na chapa petista. Na semana passada, o Datafolha divulgou uma pesquisa que mostra o ex-tucano é o nome preferido pelos paulistas para o governo estadual. Ele já recebeu convites para filiação ao PSD e ao Solidariedade, mas estuda entrar para o PSB, partido que recentemente acolheu o governador do Maranhão Flávio Dino e o deputado federal Marcelo Freixo.

Lula vence já no 1º turno?

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr | Jornalista (@blogdolinhares)

Procon/MA acusado de aplicar golpe em funcionários do “Dívida Zero”

Procon Maranhao

Profissionais que trabalharam no programa Dívida Zero denunciaram ao Blog do Linhares um golpe impetrado pelo Procon/MA. Segundo eles, a entidade contratou dezenas de pessoas para fazer atendimento no programa e depois foram demitidas sumariamente sem explicações. “São dezenas de pessoas eu prestaram atendimento no Shopping Pátio Norte que foram demitidas e não receberam salário”, explicou um dos denunciantes. O Programa Dívida Zero foi amplamente divulgado como solução para o endividamento da população. O próprio governador participou da abertura do programa no início de setembro. A ação foi amplamente divulgada pelo deputado estadual Duarte Jr (PSB), ex-presidente da entidade e já conhecido por fazer veicular sua imagem ao Procon indiscriminadamente. Segundo as denúncias, em meados de outubro foram iniciadas as demissões dos funcionários contratados para trabalhar no atendimento. “A justificativa foi a greve de ônibus. Começaram a demitir todo mundo e não pagaram”, disse o denunciante. Também foram apresentadas várias conversas de telefone em que os funcionários cobram pelos salários e recebem negativos de funcionários identificados como membros da diretoria da entidade.

Bolsonaro deve liberar R$ 5,8 mi para socorrer cidades atingidas por enchentes

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Durante discurso com empresários, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta quarta (15), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, no máximo, em 5 dias úteis será liberado os 5,8 milhões para socorrer os moradores das cidades de Bahia e Minas Gerais que foram antigos por enchentes. O temporal que atingiu a regiões dos dois estados deixou, até agora, 18.130 desalojados na Bahia, e 9.612 em Minas. Os números crescem a cada dia. Ao todo, mais 55 mil pessoas deixaram suas casas. A Caixa vai liberar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade em regiões da Bahia e Minas atingidas pelas enchentes. Porém, para que isso seja possível, é necessário os municípios decretem estado de calamidade e o Ministério do Desenvolvimento Regional reconheça a situação por meio de portaria.

Polícia Civil do Maranhão organiza manifestação contra o Governo Flávio Dino

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A diretoria da Polícia Civil do Maranhão irá realizar nesta sexta (17), uma manifestação contra o Governo Flávio Dino. A razão do protesto é o reajuste concedido pelo governador após sete anos, considerado insuficiente pela categoria. Segundo informações, o diretor da instituição disse que foi traído pelo Secretário de Segurança, Jefferson Portela, e afirmou que haverá convocação de uma Assembleia Geral para discutir a situação. Para os policiais civis, o governo está se utilizando de propaganda enganosa para afirmar que teve o maior aumento do profissionalismo público do Brasil. Por essa razão, o Sindicato dos Policiais civis do Maranhão publicou uma nota, que repudia o governo do Maranhão, com a desvalorização da categoria e a destinação de apenas 8% para os profissionais, levando em consideração aos 7 anos sem qualquer aumento. Os policiais divulgaram uma nota de repúdio contra o governador. NOTA DE REPÚDIO O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão vêm a público repudiar a destinação, perpetrada pelo Governador do Maranhão Flávio Dino, de incompreensíveis 8% aos vencimentos dos policiais civis. Acrescenta-se que o Governador, de forma humilhante e degradante, parcelou referido percentual em duas vezes, fevereiro e Março. A destinação desse percentual é desrespeitoso e revoltante, levando-se em consideração o longo período, mais de 07 anos sem qualquer tipo de aumento, somada a arrecadação da Polícia Civil de mais de R$ 350.000.000,00 (trezentos e cinquenta milhões de reais) aos cofres públicos. Vale frisar, o desrespeito as viúvas e órfãos de policiais civis que perderam suas vidas durante o enfrentamento da pandemia do COVID e que tiveram que amargar em suas pensões o humilhante percentual de 8%. O discurso de democracia do Governador não prevaleceu na destinação do percentual de 8%, principalmente porque este Sindicato esgotou todas as vias diplomáticas de negociação, de forma ordeira e honesta, sem que tivesse ouvido do Governador qualquer manifestação, em claro tom totalitário. Esperava-se que o Governador, que entoa o discurso de justiça e igualdade, tivesse a dignidade e bom senso de reconhecer a importância da polícia civil, concedendo à classe um aumento justo, que ao menos contemplasse a perda inflacionária desse longo período. Por fim, em nenhuma outra profissão, os profissionais expõem de suas vidas e de suas famílias, em prol da defesa e proteção das demais, isso não nos faz mais importantes, porém, ressalta o sacerdócio de nossas atividades. Klinger Lima de Moura FilhoPresidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão

Ciro Gomes envolvido em escândalo de corrupção no Ceará

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O desvio de recursos do estádio Castelão, em Fortaleza (CE), foi alvo de operação da Polícia Federal deflagrou nesta quarta (15). No centro do escândalo estão o ex-governador Ciro Gomes (PDT) e seu irmão, o senador Cid Gomes (PDT-CE). A Operação Batizada “Colosseum” cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. Eles ocorreram em endereços de Fortaleza, Meruoca, Juazeiro do Norte (CE), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e São Luís (MA). Além das buscas, também foram autorizadas a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de Ciro e Cid. A ação é decorrente de procedimento de licitação para obras no estádio Castelão, em Fortaleza (CE), durante os anos de 2010 e 2013. Como era esperado, Ciro Gomes usou as redes sociais para culpar o presidente Jair Bolsonaro echamou a ação de “abusiva”. Detalhe: as investigações foram iniciadas em 2017, dois anos antes do presidente assumir. “Até esta manhã, eu imaginava que vivíamos, mesmo com todas imperfeições, em um pais democrático”, escreveu Ciro. “O braço do estado policialesco de Bolsonaro, que trata opositores como inimigos a serem destruídos fisicamente, levanta-se novamente contra mim”, complementou. Indícios apontam o pagamento de R$ 11 milhões em propinas diretamente em dinheiro ou disfarçadas de doações eleitorais, com emissões de notas fiscais fraudulentas por empresas fantasmas, para beneficiar a empresa Galvão Engenharia no processo licitatório da Arena Castelão.

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