Deputado Yglésio diz que Passaporte vacinal pra ômicron é inútil

O deputado estadual e médico Yglésio Moyses, afirmou por meio de suas redes sociais que dentro de alguns meses a Organização Mundial de Saúde (OMS) deve reclassificar a variante ômicron e que a adoção do passaporte vacinal por contra da variante é inútil. “Passaporte vacinal pra ômicron é completamente inútil com as atuais vacinas que chegam ao Brasil, que protegem apenas 30%. Se alguém deixar uma janela ou porta de casa 70% aberta, quem duvida que não vai haver um roubo?”, afirmou o parlamentar, alegando que, com a com a ausência do componente pulmonar inflamatório e da trombose não vai mostrar covid clássica. Logo, é inegável que se trata de mutação significativa em direção à um vírus de gripe comum. “Em alguns meses, os cientistas da OMS vão reclassificar a variante ômicron como uma causadora de síndrome respiratória superior específica ou chamá-la de covid-21,ao invés de covid-19. A ausência do componente pulmonar inflamatório e da trombose não vai mostrar covid clássica. É inegável que se trata de mutação significativa em direção à um vírus de gripe comum. A Espanha adotou as medidas corretas e deve passar a tratar da covid como uma gripe simples e suas condições de isolamento reduzidas”, disse Yglésio Moyses.
Prefeitura de Ribamar inicia hoje vacinação de crianças

A Prefeitura de São José de Rimabar começa a vacinar crianças de 5 a 11 anos nesta segunda-feira (17). Nesta primeira etapa, serrá imunizado o público infantil com as seguintes comorbidades ou deficiências: Implantados; Talassemia; Síndrome de Down; Diabetes Mellitus; Pneumopatias crônicas graves; Hipertensão arterial; Doença cerebrovascular Insuficiência cardíaca; cardíaca; Cor pulmonale; Hipertensão pulmonar; Cardiopatia hipertensiva; Valvopatias; Miocardiopatias e pericardiopatias; Doença da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; Arritmias cardíacas; Próteses valvares e dispositivos cardíacos; Doença renal crônica; Imunossuprimidos (incluindo pacientes oncológicos) Anemia falciforme; Obesidade mórbida; Cirrose hepática; HIV; Deficiência física; Neurodiversos (TDAH, TEA e deficiência Intelectual). As crianças devem comparecer portando certidão de nascimento ou RG e documento médico que comprove a deficiência ou comorbidade, acompanhadas dos pais ou responsáveis. Neste primeiro momento, a imunização acontecerá de segunda a sexta, 8h às 17h, no Liceu Ribamarense I, sendo ampliada para outros pontos em breve.
Simplicio Araújo garante não abrir mão de disputa ao Governo

O secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo (SD), Simplício Araújo, afirmou, no último final de semana, que não tem motivos para retirar seu nome da pré-campanha ao Governo do Estado. O boato começou a circular após o anúncio da desistência da pré-candidatura de Felipe Camarão (PT), ao Governo do Maranhão. Entretanto, para o presidente do Solidariedade no Maranhão, um filtro natural já está selecionando as pré-candidaturas e é muito provável que outros nomes acabem declinando da disputa rumo ao Palácio dos Leões por diversas questões, desde a inviabilidade eleitoral até mesmo problemas com a Justiça. O titular da SEINC tem o aval da direção nacional do Solidariedade para concorrer ao Governo do Estado e já deixou claro que não vai concorrer ao cargo de deputado estadual ou federal. Portanto, na avaliação de Simplício Araújo, não faz sentido abrir mão da pré-candidatura de governador.
PT: Vinte anos depois, eles estão de volta

Há 20 anos, o grupo que comandava o Partido dos Trabalhadores, liderado por José Dirceu, vislumbrou uma possibilidade real de colocar em prática o seu projeto de poder no país. Com alguns arranjos políticos, muito dinheiro surrupiado e uma estampa palatável para Lula, eles teriam condições de chegar ao Palácio do Planalto depois de três derrotas seguidas. Naquela época, além de Dirceu — para quem Lula entregou a faixa de capitão do time logo depois de eleito —, o PT era conduzido pelo ex-guerrilheiro do Araguaia José Genoino, o ex-seminarista Gilberto Carvalho, o despachante Silvio Pereira e “a turma do ABC”, dividida entre a ala dos sindicalistas, com Luiz Marinho e Vicentinho à frente, e os chamados “intelectuais”, cujo expoente era Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André. Dessa lista, Celso Daniel foi o único que ficou pelo caminho. Era um quadro discreto, respeitado no meio acadêmico — dava aulas na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e na Fundação Getulio Vargas (FGV) —, e fizera da sua prefeitura um verdadeiro caixa de propina para o projeto petista de poder — aos seus olhos, um roubo altruísta. Foi encontrado morto na manhã de 20 de janeiro de 2002, dois dias depois de ter sido sequestrado. O corpo estava cravejado por oito tiros numa estrada vicinal em Juquitiba, às margens da Rodovia Régis Bittencourt. Na tarde seguinte, uma frase dita por Lula diante de uma multidão em luto no enterro jamais saiu da cabeça dos investigadores do Ministério Público e pesquisadores que estudaram o caso. “Estou convencido de que você, Celso Daniel, não foi vítima do acaso e que não foi um incidente. Possivelmente, sua morte foi planejada e tem gente graúda por trás disso”, disse A quem Lula se referia quando falou em “gente graúda por trás disso”? Não se sabe, talvez nunca se saiba. É importante lembrar que, quatro meses antes, outro prefeito petista fora assassinado: Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, que administrava Campinas, no interior paulista. Ele foi baleado no dia 10 de setembro de 2001. À época, o incidente só não ganhou repercussão maior porque, no dia seguinte, a Al Qaeda, de Osama Bin Laden, derrubou o World Trade Center, no atentado terrorista que mudou o mundo. A imprensa tinha um assunto maior para cobrir. Na cidade de Campinas funcionava um esquema de corrupção similar ao de Santo André e também ao de Ribeirão Preto (SP), cujo prefeito era Antonio Palocci Filho. Não é exagero afirmar que era um petrolão em menor escala: empresários e políticos petistas sócios num consórcio em que o principal objetivo era a repartição da montanha de dinheiro público. Em 2005, a CPI dos Bingos, batizada de CPI do Fim do Mundo, revirou histórias mal contadas sobre administrações petistas. Foi quando João Francisco e Bruno, irmãos de Celso Daniel, relataram ter ouvido de Miriam Belchior, ex-mulher do prefeito, e de Gilberto Carvalho, que R$ 1,2 milhão foram entregues a José Dirceu. João Francisco interpelou Gilberto Carvalho: “Você se esqueceu que, naquele dia, em casa, entre um pedaço de bolo e outro, você disse que tinha medo de transportar tanto dinheiro para o José Dirceu num Corsa preto?”, perguntou. “Sinto que sua alma está aprisionada.” Fantasmas do PT A morte de Celso Daniel e a de Toninho do PT ficarão para sempre no imaginário popular. Nos dois casos, foram tratadas como crimes urbanos, cometidos por ladrões insignificantes que terminaram na cadeia — a maioria está presa até hoje e o silêncio é regra. As testemunhas morreram. Os mandantes nunca foram identificados. A trama política que poderia ser o pano de fundo dessas histórias foi deixada de lado, sabe-se lá se por conveniência ou por medo de espalhar demais o braseiro. Agora o PT ressurge in natura, sem a maquiagem dos marqueteiros do passado O terceiro prefeito citado, Antonio Palocci, virou sucessor de Celso Daniel na coordenação da campanha de Lula dias depois do assassinato. Chefiou o Ministério da Fazenda, a Casa Civil e só não está mais na cena política porque derrapou duas vezes. Primeiro, ao comprar briga com um simples caseiro de Brasília. Depois, por ter sumido com R$ 20 milhões do caixa oculto da campanha de Dilma Rousseff. O fato é que esses laboratórios do petrolão deram certo e a turma toda se deu bem num primeiro momento. Quando a onda passou, caíram, um a um, por duas razões. Antes de mais nada, porque, para fazer o negócio funcionar em grande escala, foi preciso recrutar os trambiqueiros de Brasília, que não estavam nem um pouco interessados na doutrina marxista-leninista de Delúbio Soares ou João Vaccari Neto. E porque, como disse o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) ao ser implodido no mensalão, “quem nunca comeu mel quando come se lambuza”. 20 anos depois Beneficiados por uma espiral de decisões de tribunais superiores, o grupo petista, hoje “descondenado”, quer voltar a dar as cartas. A maioria das condenações foi extinta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) depois de determinado o fim da prisão em segunda instância. Segundo um levantamento do jornal O Estado de S.Paulo, extinguiram-se 277 anos em penas, envolvendo 74 pessoas — não só de petistas, obviamente. A Justiça Eleitoral também entendeu que Lula tem a ficha limpa. As tornozeleiras eletrônicas foram retiradas. E a pandemia os recolocou, ao vivo, em lives na internet. É possível assistir a Dirceu, Genoino e grande elenco no YouTube atacando a Operação Lava Jato. Contudo, um detalhe importante chama a atenção: nessas aparições, cada vez mais recorrentes, o PT ressurge in natura, sem a maquiagem dos marqueteiros do passado, Duda Mendonça e João Santana. Fala-se abertamente tudo o que precisou ser camuflado para chegar ao poder, há 20 anos. Eis alguns exemplos da atual agenda eleitoral do PT: 1) não haverá uma nova Carta aos Brasileiros — referência ao documento assinado por Lula em 2002, que procurava acalmar banqueiros e empresários; 2) o teto de gastos (compromisso de austeridade fiscal) será revogado; 3) as privatizações vão cessar ou serão revertidas; 4) fim da autonomia do Banco Central; 5) leis trabalhistas serão revistas — ou
Governadores encerram congelamento do ICMS do combustível

Os governadores decidiram pôr fim no congelamento do ICMS do combustível, após reunião do Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários da Fazenda). O anúncio aconteceu hoje e traz impactos diretos no bolso da população. No fim de outubro, os Estados congelaram o ICMS por 90 dias como forma de contraposição a uma proposta que havia passado pela Câmara na época e estava no Senado que tornaria fixo por um ano a incidência de impostos. Os governadores alegavam que, sendo aprovada, ela poderia levar a uma perda de arrecadação de cerca de de 24 bilhões de reais. A medida em vigor, que tem efeito por três meses, de novembro a janeiro, foi tomada em outubro para aliviar o preço pago pelo produto nas nas bombas de gasolina. Entretanto, depois de um novo aumento confirmado pela Petrobras nessa quarta (12), de 4,85% na gasolina e 8,08% no óleo diesel, a maioria dos governos estaduais se manifestou favorável a não prorrogar o congelamento da cobrança de ICMS sobre os combustíveis. A justificativa dos governadores é por entenderem que o presidente Jair Bolsonaro não demonstrou abertura para dialogar sobre a disparada dos preços dos combustíveis.
Vereador Marquinhos é contra passaporte vacinal de crianças

O vereador Marquinhos (DEM) vai apresentar um projeto de lei que visa garantir a não obrigatoriedade de pais ou responsáveis de vacinarem seus filhos entre 5 e 11 anos para ter acesso a escola e demais espaços públicos e privados. De acordo com o parlamentar, é um verdadeiro absurdo criar um passaporte de vacina para crianças entre 5 e 11 anos. O vereador considera que, caso isso ocorra, muitas crianças serão prejudicadas, assim como pode ocorrer até uma segregação entre imunizados e não vacinados. Marquinhos recorda é muito prematuro iniciar a vacinação em crianças já que a vacina ainda está em caráter experimental.
Camarão desiste de candidatura e emite carta dizendo o óbvio

O secretário estadual de Educação, Felipe Camarão (PT), anunciou, nesta sexta (14), sua desistência na disputa rumo ao Governo do Maranhão. O titular da SEDUC vai buscar uma eventual candidatura à Câmara Federal, mas já ensaia a tentativa de compor chapa como vice na candidatura de Carlos Brandão (PSDB) à sucessão do governador Flávio Dino (PSB). Em carta ao PT do Maranhão, Camarão apenas afirmou algo que já poderia ter sido lançado desde o fim do ano passado, revelando sua retirada na pré-candidatura ao Palácio dos Leões em virtude da atual conjuntura política vivenciada no estado. “[…] pela minha posição de aliado do governador Flávio Dino, que já apresentou o nome do vice-governador Carlos Brandão como sua escolha pessoal para a sucessão no Governo do Maranhão e, neste sentido, não há como ser aliado e adversário ao mesmo tempo, venho manifestar, através desta carta, minha decisão de retirar minha candidatura ao Governo do Estado, no pleito de 2022”.
Brandão retoma agenda política durante crise de desalojados

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), retomou sua agenda política que havia sido interrompida por conta das enchentes dos rios Tocantins e Mirador, que tem deixado milhares de famílias desabrigadas. O mais recente encontro foi com o prefeito de Palmeirândia, Edilson Alvorada. Em suas redes sociais, Brandão afirmou que foi realizado um balanço das ações do Governo do Estado em parceria com a prefeitura, a exemplo da pavimentação de ruas, Praça da Família e outras. “Mais obras serão realizadas na cidade e vamos garantir avanços em diversas áreas”, afirmou o vice-governador. Acontece que, nos primeiros dias de 2022, enquanto o Maranhão já enfrentava terríveis inundações, o tucano passava férias nos Estados Unidos. Na segunda (3), o governador Flávio Dino testou positivo para a Covid-19 e teve que cumprir isolamento. Carlos Brandão, no entanto, retornou dos EUA somente por volta da quinta (6), deixando o Estado sem comando total para resolver os problemas urgentes no início do ano. Logo, os moradores de municípios como Imperatriz e Mirador seguiam há quase uma semana contabilizando os prejuízos que tiveram devido às enchentes, sendo obrigados a esperar o término das férias de Brandão no exterior para receberem uma efetiva ajuda do Governo do Maranhão. No fim deste mês, Flávio Dino deve confirmar seu apoio ao vice-governador na disputa pela própria sucessão. Mas, segundo informações, o socialista espera sentar com o Brandão para definir quais espaços deve ter no governo de transição a ser iniciado em abril, cujo método seria uma maneira de garantir estrutura para candidatura própria rumo ao Senado e dos secretários que deixarão o governo para concorrer às vagas na Câmara e Assembleia. É esperado que, a partir de primeiro de abril, Dino faça mudanças nas secretarias e mantenha posse de pastas como a Secom, Secid, Casa Civil e Saúde do governo Brandão.