Prefeito de Codó se recusa a abrir centro de testagem

Apesar de já ter recebido mais de R$ 55 milhões em 2021/2022 para combater a pandemia, o prefeito de Codó insiste em não abrir um centro de testagem pra Covid-19 na cidade. Nos últimos dias o número de casos aumentou assustadoramente no estado, inclusive em Codó. Com a omissão do prefeito em descentralizar as testagens, o tráfego de pessoas nas unidades de saúde. A concentração de pessoas nas unidades tem vitimado principalmente os profissionais de saúde. O número de servidores está sendo reduzido drasticamente e pode resultar em um colapso do sistema de saúde nos próximos dias. Para tentar minimizar a situação, a prefeitura instalou tendas do lado de fora das unidades que realizam testes. Além do desconforto, a medida também não combate o principal problema: a superlotação nas unidades. Detalhe: o prefeito José Francisco Lima Neres, o Zé Francisco, é médico. As informações são do Blog do Acélio
A moral moderna – ou o vírus modernista

Todos aqui tiveram ou ainda têm de passar pela escola, seja ela no calor das nossas casas, com professores particulares, seja nas instituições de ensino que se espalham por aí. Não é uma escolha participar dessa opulenta catequese, mas uma exigência, uma obrigação legal e social. E, mesmo que alguém escape do “direito” de se formar, não recebendo oficialmente a comunhão das mãos dos sacerdotes da educação, ainda assim, informalmente, receberá o catecismo daqueles que o circundam: de toda gente da obrigação, que espalha a palavra e encontra sua dignidade na instrução de quem carece dela, ou simplesmente daqueles que repetem o que todo mundo fala. Há programas, filmes, jogos, desenhos, músicas, vizinhos etc., tudo construído sobre o solo da academia moderna, seguindo o projeto da moral educacional. Ninguém de fato escapa. Sou também alguém que participa da ordem. Sou professor. E, embora os meus colegas e grande parte dos teóricos da educação insistam em dizer que a escola de maneira alguma pode ser confundida com um edifício religioso, utilizando para isso exemplos e modelos do liberalismo pedagógico e os resultados da mais alta metodologia científica, não consigo vê-la de outro modo. Minhas razões para isso não são nada sofisticadas e sua divulgação pode não satisfazer os critérios necessários para o estabelecimento de um saber científico; elas são, por isso, descompromissadas, de modo que só farão sentido – e talvez tenham alguma utilidade – para aqueles que, naturalmente desajustados, permaneçam incapazes de serem ensinados. Por isso, permito-me expô-las aqui, contando um caso recente. Conversando com os meus alunos, perguntei-lhes se seriam eles capazes de ter algum domínio sobre o próprio pensamento, no sentido de poderem pensar apenas no que quisessem ou precisassem. A resposta mais imediata foi “sim”, pois os nossos pensamentos são aquilo que temos de mais íntimo, como não poderíamos dominá-los? “Por que, então, temos pensamentos ruins, que nos põem medo e nos abalam, ou por que nos lembramos do que pode nos deixar mal? Além disso, por que muito facilmente nos desconcentramos em uma situação que exige a nossa atenção e os nossos pensamentos?” Não souberam mais o que dizer. “Se não somos donos dos nossos pensamentos, quem o é?” Muitos responderam: “o cérebro, pois é ele que pensa”. “Têm certeza?”, perguntei-lhes. “Sim, se o pensamento vem da nossa cabeça, é o cérebro que o produz.” Àquela altura, todos pareciam muito satisfeitos com a resposta dada. Eu, porém, como tem ocorrido algumas vezes, vi-me um pouco decepcionado. Não apenas porque muito claramente todo mundo ali asseverava coisas sobre o que nem de longe podia ter alguma compreensão, mas também pela preguiça de pensamento que a atitude demonstrava. Tornei, então, a falar. Porém, antes de anotar aqui a apelação, cabe um aviso: o que direi agora soará mal, meio ridículo, meio ingênuo, para a grande maioria das pessoas, justamente porque já fomos catequizados e, assim, porque muito naturalmente encontramo-nos dentro da ordem. A pergunta é sutil e de certo modo indecente; por isso, precisaria de ouvidos despudorados para ser bem entendida. Vendo-os um pouco ansiosos com a minha demora, perguntei-lhes: “quem aqui já viu um cérebro pensando?” Não quis dizer “o próprio cérebro”, mas um cérebro qualquer. Quem já viu um cérebro pensar? O que significa dizer isto, “o cérebro pensa”? Escutando-me, os alunos riram, como se eu lhes estivesse perguntando um absurdo, algo sem sentido. Todos sabem que a cabeça pensa ou, melhor, que o cérebro, o órgão que reina em nossas cabeças, pensa. Não importa se vemos acontecendo ou não, pois quem duvidaria disso que nos falam e que parece fazer todo sentido? A pergunta era bastante simples, mas ninguém me respondeu, pois, sem ter o que dizer a não ser assumir que nunca o haviam visto, os alunos sabiam que perderiam a justificativa para a resposta anterior. Ninguém nunca viu um cérebro pensar; ainda assim, olhavam-me como se estivessem diante de um louco que lhes promovia um disparate. Insisti, para corroborar com aquela visão da insanidade: “por que vocês acreditam nisto, que o cérebro pensa?” “Porque já foi provado que é assim”, alguém disse, arriscando.
Sérvia expulsa gigante australiana de mineração após caso Djokovic

O governo sérvio decidiu reagir após a deportação do tenista número 1 do mundo da Austrália. Uma semana pós Novak Djokovic ser impedido de jogar o Austraian Open por recursar-se a tomar a vacina experimental contra Covid-19, os sérvios cancelaram as licenças da mineradora Rio Tinto. A exploração de lítio na Sérvia fazia parte de um plano de negócios da empresa para tornar-se a maior fornecedora da matéria-prima para a produção de baterias da Europa. O projeto contava com investimentos na casa de US$ 1,4 bilhão. Após o anúncio do ato do governo sérvio, as ações das empresas despencarem 4,8%. após o anúncio marcar o fim definitivo do projeto de e qualquer esperança de que a Rio Tinto se tornasse o maior fornecedor de lítio da Europa em uma era de tecnologia de renováveis intensiva em lítio. O lítio é vital para a criação de baterias. A perda da mina na Sérvia pela empresa representa um grande golpe para a ambição da Rio Tinto de entrar no top 10 produtores globais de lítio. A decisão vem menos de uma semana depois que o governo australiano enfureceu a Sérvia ao perseguir, prender e deportar o tenista número um do mundo, Novak Djokovic. O campeão feito oposição ferrenha à Rio Tinto. Ele usa frequentemente sua conta no Instagram para criticar a empresa. “Diante dos atuais protestos civis em toda a Sérvia que indicam a necessidade de uma abordagem séria e concreta para importantes questões ambientais, decidi abordar o público, convencido da grande importância desses temas para todos nós”, escreveu Djokovic.
Após humilhar Dória, Flávio Dino manobra para ter PSDB

Em novembro de 2021 o governador Flávio Dino (PSB) operou para impedir que João Dória viesse ao Maranhão fazer campanha para as prévias do seu partido, o PSDB. Ocorre que mesmo assim, o comunista opera para colocar um calo de tróia na direção do partido que assegure a legenda em seu palanque nas eleições deste ano. A HUMILHAÇÃO Durante as prévias do PSDB, disputadas pelos governadores João Dória e Eduardo Leite, o tucano paulista foi impedido de fazer campanha no Maranhão. Com a logística estar pronta para fazer campanha no estado, Dória foi avisado pelo vice-governador Carlos Brandão (na época líder da legenda no estado) que não poderia recebê-lo e que sua viagem seria fadada ao fracasso. Com toda a logística pronta, a equipe de Dória foi obrigada a desistir do evento. Toda a situação aconteceu a mando de Flávio Dino, desafeto de João Dória. O CAVALO DE TRÓIA Poucos dias trás o ex-presidiário Lula comunicou que a permanência de Brandão no PSDB impossibilitaria oi apoio do PT a uma chapa encabeçada por ele. Com a estratégia, Flávio Dino articula a migração do vice do PSDB para o seu partido, o PSB. Com isso a aliança com o PT seria mantida. Dessa forma, o PSDB ficaria livre do julgo de Brandão e poderia deixar de orbitar a lista de legendas de aluguel do governador. Ocorre que a manutenção do controle da legenda ainda é pretendida por Flávio Dino. Aí que entra em cena ex-prefeito de Imperatriz. Sebastião Madeira postula o cargo de líder na legenda e apresenta o currículo de tempos jurássicos como atestado de competência. Acontece que hoje em dia o ex-prefeito é apaniguado do governo de Flávio Dino (o mesmo que escorraçou João Dória, candidato do partido à Presidência, do Maranhão semanas atrás). Madeira ocupa o cargo de presidente da Companhia Maranhense de Gás (GASMAR). Sua condução ao cargo de presidente da legenda seria uma vitória para Flávio Dino que, após humilhar João Dória, teria a legenda do desafeto ajudando no seu projeto de eleição para o Senado. Resta saber se o PSDB já atingiu um nível de decadência tão grande nacionalmente que permitirá até a inimigos o controle de suas executivas estaduais.
Celular faz mal?
Artigo: O Brasil real e o Brasil da mídia

Até o presente momento, o cidadão que acredita no que lê, ouve e vê por parte dos economistas — e dos outros cérebros superiores que a mídia chama para nos explicar o que está acontecendo na economia nacional — tem certeza de que o Brasil foi reduzido aos restos de um prédio em demolição. Em poucas áreas, dizem os economistas e os jornalistas que os reproduzem, a coisa é tão ruim quanto na área dos investimentos externos. O capital internacional, segundo eles nos explicaram por A + B, tirou o Brasil “do seu radar”. Ninguém, entre os donos do dinheiro, quer colocar mais um centavo de dólar aqui dentro — basicamente porque os investidores pegaram horror de Jair Bolsonaro e vão boicotar o país enquanto ele for o presidente da República. Fica incompreensível, assim, porque o investimento estrangeiro, conforme acaba de divulgar o órgão das Nações Unidas encarregado de acompanhar o comércio mundial, simplesmente dobrou no Brasil em 2021 — com pandemia e todas as desgraças econômicas que estão diariamente no noticiário. Não deveria ter acontecido exatamente o contrário? Se o Brasil foi abandonado por investidores internacionais escandalizados com o bolsonarismo, o fascismo, o direitismo, o negacionismo e o terraplanismo do presidente, porque eles colocaram aqui 100% a mais do que haviam investido no ano anterior? O desastre deveria ter acontecido, é claro — mas não aconteceu, porque as análises dos economistas brasileiros refletem apenas os seus desejos, e raramente os fatos. O Brasil, em 2021, recebeu quase US$ 60 bilhões em investimento estrangeiro direto. Com esses números, aliás, foi o sétimo país mais procurado pelos investidores internacionais em todo mundo — só ficou abaixo de países como Estados Unidos e China, que por definição têm de ser os maiores, e competidores com economias privilegiadas, como Canadá e as potências comerciais da Ásia. É a comprovação numérica, mais uma, da distância que separa o Brasil real do Brasil da mídia. Com Bolsonaro, cantava o coro de economistas e comunicadores até a divulgação das informações da ONU, o Brasil tinha se transformado num “pária” da comunidade financeira mundial. Empresários, banqueiros e investidores, com suas sensibilidades sociais chocadas, não iriam mais aplicar dinheiro num país que “queima a Amazônia”, ou “persegue os índios”, ou “utiliza agrotóxicos”, ou “produz efeito estufa”, ou tem um presidente “de direita”, ou “acaba com as girafas”, ou “mata Marielle”. Onde foi parar essa conversa? O público não receberá nenhum pedido de desculpas pela má qualidade da informação que recebeu. Ao contrário: vai continuar ouvindo mais do mesmo. Que fazer, então? A saída disponível é não levar essa gente a sério.
Rodrigo Maia será coordenador da campanha de João Doria

O deputado federal, Rodrigo Maia, aceitou o convite e será o coordenador de campanha do governador João Doria (PSDB-SP) rumo à presidência do Brasil neste ano. Além da proximidade com o tucano, objetivo é tornar o governador de São Paulo menos “paulista”. Inclusive, desde agosto de 2021, Rodrigo Maia se tornou secretário de Projetos e Ações Estratégicas do estado de São Paulo. Por meio das suas redes sociais, o deputado federal licenciado publicou. “É preciso compreender a realidade de cada área e construir soluções baseadas em dados concretos, em programas que possam de fato ser viabilizados, e não em projetos populistas”, afirmou Rodrigo Maia.
Roberto Rocha questiona escolha de políticos investigados no MA

O senador Roberto Rocha questionou o sistema de Segurança Pública no Maranhão. Por meio de suas redes sociais, o parlamentar entende que quem contraria o governador do Maranhão passa a ser investigado pelo sistema de Segurança Pública do Estado. “Por que o sistema de segurança pública do Maranhão só anuncia investigação com político quando este contraria o governador? O deputado Josimar e agora o deputado Othelino estão sendo pressionados. Só agora, por que será? O sistema de segurança foi privatizado?”, perguntou. O senador maranhense também se posicionou sobre a incoerência de Flávio Dino nas redes, quando o socialista se manifestou sobre o pagamento de mais uma parcela de empréstimo contraído pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Parece piada!O Gov. Flávio Dino disse hoje que fez de tudo para livrar o Maranhão de uma enorme dívida. Logo ele, que recebeu a melhor gestão fiscal do país, com 3 bilhões disponíveis, e ainda assim endividou o Estado em mais de 1 bilhão. Seria cômico, se não fosse trágico. — Roberto Rocha (@RobertoRocha_MA) January 21, 2022