Jefferson Portela não é mais secretário da SSP/MA

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O delegado da Polícia Civil Jefferson Portela entregou ao governador Flávio Dino (PSB) o seu pedido de exoneração da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Pré-candidato a deputado federal, Jefferson Portela decidiu apoiar a pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) e a sua saída poderia ocorrer antes de 31 de março, conforme antecipado pelo Blog. Por conveniência política e para iniciar atividades de sua pré-campanha em busca de uma vaga na Câmara dos Deputados, nesta eleições, o chefe do Sistema de Segurança Pública decidiu se antecipar sua saída. Portela era considerado um dos nomes da linha de frente da gestão do governador Flávio Dino (PSB). Agora, com sua saída, especula-se que o possível substituto para comandar uma das pastas mais desafiadoras da administração estadual é o coronel da Polícia Militar, Sílvio Leite, atual chefe do Gabinete Militar do Palácio dos Leões. No entanto, segundo informações, há o dilema de um militar no comando da Polícia Civil, o que causaria problemas para o governo. O impasse, entretanto, pode ser contornado por se tratar de uma interinidade. A expectativa é que, no máximo até este sábado (5), Flávio Dino deve fazer o anúncio.

Jogo entre Flamengo e Madureira não ocorrerá em São Luís

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A assessoria do Clube de Regatas do Flamengo negou a possibilidade de jogar em São Luís pelo Campeonato Carioca. A notícia foi divulgada pelo portal Imirante Esporte. Segundo informações, a vinda do time Rubro-Negro para atuar no Estádio Castelão foi uma possibilidade levantada pelo secretário da SEDEL, Rogério Cafeteira. Mas, de acordo com a assessoria do Flamengo, houve uma sondagem para que um jogo acontecesse, porém a possibilidade de que haja a partida na capital maranhense é nenhuma. A última vez que o Flamengo jogou em São Luís foi no ano de 2014 contra o Criciúma, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, cujo jogo terminou empatado em 1 a 1. Na época, os ingressos custaram entre R$30 e R$100.

Prestes a deixar governo, Edilázio resume 7 anos de Dino no MA

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), informou que os próximos dois meses à frente do Executivo serão para comandar uma transição ao governo do seu vice. As declarações ocorreram nesta semana, em sessão de reabertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. Dino deve deixar oficialmente a gestão estadual no dia 31 de março, de acordo com a exigência legal da Legislação Eleitoral, para iniciar a disputa pelo Senado, em outubro. “Os próximos dois meses serão de transição. Com inaugurações e fazer a transição na medida do possível”, afirmou o governador. Nesta semana, o deputado Federal Edilázio Jr (PSD) fez um retrospecto dos últimos 7 anos do Estado comandado por Flávio Dino, que está prestes a se desincompatibilizar do cargo seis meses antes do primeiro turno das eleições programadas para acontecerem no dia 2 de outubro deste ano. Na ocasião, Edilázio destacou que o Maranhão foi palco de um governo que não conseguiu atender às principais necessidades da população. Nos últimos 7 anos, o MA foi palco de um governo que não conseguiu atender às principais necessidades da população. E o resultado disso é: – Recorde histórico de desempregados;– Estado com mais pessoas vivendo na miséria;– Insegurança alimentar;– Violência e morte. — Edilazio Junior (@EdilazioJunior_) February 1, 2022

Eduardo Leite é convidado por Kassab e pode migrar para PSD

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Mesmo com derrota nas prévias tucanas, Eduardo Leite (PSDB) passou a ser sondado pelo ex-ministro Gilberto Kassab e pode migrar para o PSD. Mediante a desistência do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em sua pré-candidatura à Presidência da República, o governador do Rio Grande do Sul discute a possibilidade de uma candidatura a presidente, desde que envolva articulação com outros partidos do centro. O nome de Eduardo Leite teve projeção nacional com as prévias do PSDB, em novembro do ano passado e, desde então, passou a ser sondado e mantém uma agenda de articulações com outras siglas do seu campo político. Segundo informações, o gaúcho tem sido cobrado para aparecer mais no jogo político nacional por nomes do PSDB descontentes com a escolha do governador João Doria. Eduardo Leite já se encontrou três vezes com Kassab, desde dezembro, o que mostra que o gaúcho tem bom canal de diálogo com o líder do PSD. Inclusive, Kassab afirmou recentemente que, se a candidatura de Pacheco não for pra frente, há nomes que são constantemente lembrados dentro da legenda. Eduardo Leite afirma reiteradamente que não será candidato a nenhum cargo neste ano, mas aliados sustentam que ele não descarta concorrer ao Palácio do Planalto pelo PSD.

Prefeitura de São Luís vacinou 25% das crianças de 5 a 11 anos

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De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, 28.130 crianças de 5 a 11 anos já foram vacinadas contra o novo coronavírus, cuja quantidade representa 25% do público nessa faixa etária. ”A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que 28.130 já foram vacinadas contra Covid na capital maranhense ou seja, 25% do público total (faixa etária 5 a 11 anos) estimado já recebeu a vacina”, comunica a Semus. No último dia 28 de janeiro, a Prefeitura da capital concluiu a primeira chamada de imunização e, desde sexta passada (29), vem realizando a repescagem para vacinar o público pediátrico. A vacinação é disponibilizada em ocorre em seis pontos,das 8h às 18h: – Centro de Vacinação do Multicenter Sebrae, no Cohafuma;– Centro de Vacinação da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no Bacanga;– Centro de Vacinação da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), na Cidade Operária;– Centro de Vacinação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), no Maracanã – Zona Rural;– Drive-thru do Shopping da Ilha, no Maranhão Novo;– Drive-thru da Universidade Ceuma, no Renascença.

Um Perfil de Coragem — II (por José Sarney)

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Contei a história do grande gesto de coragem cívica do Adauto Lúcio Cardoso ao defender a Lei acima das contingências políticas. Ele foi, sem dúvida nenhuma, um dos grandes brasileiros do século passado. Era de uma retidão absoluta, que não o impediu de fazer política com todas as qualidades — ao contrário do que se costuma dizer para desqualificar a política e os políticos, a política não apenas pode, mas deve ser feita, para ser legítima, com a visão dos valores éticos que pautam a sociedade. Adauto era uma fortaleza moral, impávido, respeitado por toda a Câmara, por todo o Congresso, por todos. Sua vida política começou com a assinatura do Manifesto dos Mineiros, um dos pontapés que derrubou a ditadura Vargas. Vereador na Capital, não aceitou a decisão do Senado de impedir que a Câmara de Vereadores analisasse os vetos do Prefeito e renunciou a seu mandato. Eleito para a Câmara dos Deputados, logo tornou-se um dos principais membros da Banda de Música da UDN. Em 1966 foi eleito Presidente da Câmara. Foi a Castelo Branco e pediu o compromisso de que não houvesse cassações: não as aceitaria. Pouco depois da eleição de Costa e Silva, em outubro de 1966, saiu uma lista com a cassação de quatro deputados. Adauto, que estava no Rio, voltou a Brasília e disse que, enquanto ele ali estivesse, deputados não sofreriam restrições de direito. “Eu poderia lavar as mãos, como Pilatos, mas não lavaria minha consciência.” O Ministro da Justiça disse que a posição de Adauto de submeter as cassações à análise da Câmara era “um absurdo inconcebível”. Mas Adauto ficou firme na garantia aos deputados que permaneciam na Casa. Um ato complementar “considerando [que] entendeu o Senhor Presidente da Câmara…” colocou em recesso o Congresso Nacional. Adauto aguardava em sua sala desde as 4 horas da madrugada. Uma hora depois forças militares invadiram o Congresso. Pôs-se de pé no alto da escada que dá acesso do segundo andar ao plenário da Câmara dos Deputados. Quando o comandante da tropa chegou, ele enfrentou: “Aqui estou como representante do poder civil.” E o militar contestou: “Aqui estou como representante do poder militar.” Adauto replicou: “Então, pela força, entre no Congresso, mas jamais com a minha complacência ou o meu reconhecimento.” Passado o recesso, Adauto renunciou à Presidência da Casa. Para mostrar a grandeza de outro homem público, o Marechal Castello Branco decidiu, já nos últimos dias de seu governo, ao vagar uma cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal, indo contra todos os “revolucionários”, que estavam com o Adauto engasgado na garganta, convidá-lo para ser ministro da Suprema Corte. Ali no Supremo, mais uma vez, Adauto iria mostrar quem ele era. Durante o julgamento, em março de 1971, no Governo do Presidente Médici, da constitucionalidade do decreto-lei 1.077/1970, que estabelecia a obrigatoriedade de censura prévia, inclusive a livros, o Ministro Adauto disse que, como juiz, jamais concordaria com isso. Deu, então, seu voto pela inconstitucionalidade do decreto, afirmando que o livro era intocável, não poderia sujeitar-se a nenhuma censura e que sua publicação deveria ser livre. Colhidos os votos, Adauto foi vencido e o Supremo aceitou o arquivamento da ação pelo Procurador-Geral da República, o que, na prática, autorizou a censura. Adauto levantou-se, tirou a toga, enrolou-a, colocou-a sobre sua cadeira e deixou o Supremo Tribunal Federal! Jamais voltou. Esse era Adauto Lúcio Cardoso. Ao escrever estes episódios ainda me comovo lembrando sua figura…

Paulo Victor se enrola com vices e grupo pode ser desfeito

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Após circular informações de que o vereador Paulo Victor (PCdoB) teria feito várias promessas, dentre elas a oferta da vaga da primeira vice-presidência a três aliados diferentes para ter apoio na corrida eleitoral à presidência da CMSL, o comunista se manifestou em suas redes sociais. O pré-candidato a presidente da Câmara Municipal de São Luís fez um vídeo para tentar amenizar a situação em suas articulações para a mesa diretora. Acompanhado dos vereadores Edson Gaguinho (DEM), Aldir Júnior (PL) e Beto Castro (Avante), o parlamentar destacou que a união do seu grupo, formado por 18 vereadores, hoje é fraterna. Além disso, alegou que sua principal missão será vencer a Câmara para lutar pela independência do parlamento. “Saíram notinhas dizendo que a gente está brigando por conta de vaga de vice e de primeiro secretário. A nossa união é fraterna e a nossa missão é vencer a Câmara Municipal pela independência do parlamento. Você que está mentindo aí, que Deus te abençoe, a nossa unidade é firme”, disse. Para o cargo, o vereador Chaguinhas (Podemos) afirmou a imprensa nesta semana que foi “premiado” com a vice, enquanto que o vereador Aldir Júnior também garantiu a colegas de parlamento que será o vice de Paulo Victor. Segundo informações, outras promessas foram feitas a demais vereadores e, na oportunidade que teve para desmentir os boatos e esclarecer quem será o vice da chapa, o comunista não esclareceu e, ao que tudo indica, pode continuar enrolando os três aliados e evitando explicações ao público sobre quem é o escolhido. Com essa decisão, dois destes vereadores podem ser traídos pelo pré-candidato à presidência da CMSL. Do outro lado, a expectativa é que haja a volta de vereadores do Podemos, partido do prefeito Eduardo Braide. Vale ressaltar que o vereador Raimundo Penha (PDT), que também era pré-candidato a Presidência da Câmara, afirmou recentemente que Dr. Gutemberg foi escolhido como o nome de consenso da base do prefeito Eduardo Braide para disputar as eleições da Câmara de São Luís. Até a votação, muita coisa pode acontecer, tendo em vista que a eleição ocorre em abril, já que fracassou a tentativa de antecipação para este mês.

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