Prefeitura de Imperatriz nega aplicação de vacinas vencidas

moradores da cidade de Imperatriz divulgaram vídeos nas redes sociais acusando a prefeitura de Imperatriz por suposta aplicação de vacinas vencidas contra a Covid-19.
Ricardo Murad confirma pré-candidatura a deputado estadual

O ex-secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad divulgou nessa quarta (2) que será candidato a deputado estadual nas eleições deste ano. O anúncio ocorreu por meio de publicação em suas redes sociais, cujo comunicado o ex-deputado apresentou bandeiras importantes que irá defender. Leia a manifestação abaixo: “Mais saúde, UPAS e hospitais para o povo. É com imensa alegria que coloco o meu nome como pré-candidato a deputado estadual. Chegou a hora de eleger um governador e deputados que retirem do sofrimento os mais de 80% dos maranhenses que há décadas vivem à espera de dias melhores. Na Assembleia me empenharei para que o novo governo lidere um projeto revolucionário de partilha e divisão de riquezas. Iniciei esse modelo na saúde, quando fui secretário, com as Upas e hospitais de excelência, melhores que os particulares, que serviram a todos sem discriminação, pobres e ricos. Trabalhar para distribuir a riqueza – o Maranhão é um estado rico – oferecer serviços de qualidade e partilhar o que só uma pequena minoria tem acesso será o meu objetivo como deputado. Chega de governos, como o atual, que só concentram renda. E este, envelheceu em menos de oito anos, conseguindo a proeza de piorar o que encontrou. Erradicar a fome e o desemprego para transformar o Maranhão num lugar melhor e de mais oportunidades é o meu compromisso. Mais do que nunca precisamos ampliar o sistema de saúde, elevar a qualidade e o acesso de todos a escolas de alto desempenho e na economia garantir oportunidades de emprego, frentes de trabalho e qualificação para os milhões de maranhenses que sobrevivem em meio a um mar de dificuldades. Também estarei ao lado das pessoas especiais, dos idosos, das mulheres, das minorias, da comunidade LGBTQIA+ e repudiarei o racismo e todas as formas de discriminação. Nossa pré-campanha vai construir um mandato participativo e inclusivo. O voto não é mercadoria, é a arma mais poderosa das pessoas e não deve ser trocado por dinheiro, cestas de alimentos, botijão de gás, milheiros de telhas, tijolos e sacos de cimento que é obrigação de um governo decente prover a quem precisa, como será, com a garça de Deus, o próximo que elegeremos no dia 2 de outubro. Eu acredito num novo momento, na reação do povo para eleger um governador e deputados comprometidos com a mudança. Estaremos juntos trabalhando para um Maranhão justo, igualitário, próspero e com muitas oportunidades para todos”.
Governo do MA aumenta passagem do semiurbano na Grande Ilha

O Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), reajustou a tarifa do transporte público na Grande Ilha. Dessa forma, assim como foi realizado na capital maranhense, cujo preço da passagem de ônibus aumentou R$ 0,20, o valor da tarifa do transporte coletivo de passageiros semiurbano passou de R$ 3,90 para R$ 4,10. Nesta quinta (3), inclusive, a Região Metropolitana da Ilha amanheceu com 60% dos ônibus circulando devido a greve dos Rodoviários. O percentual de 60% foi determinado pela desembargadora Solange Cristina Passos de Castro, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA), durante a paralisação da categoria. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT) disse em nota que fiscalizará o cumprimento da medida judicial e que espera que patrões e empregados cheguem a um acordo.
Cartões do Minha Casa Melhor serão entregues em São Luís

A entrega dos cartões vai acontecer neste domingo (06) no IEMA São Luís (antigo Marista – Centro), das 8h até às 17h. Para receber o auxílio de R$ 600, o contemplado deve levar CPF e cartão do bolsa família.
Lula derrete em pesquisa e cai cerca de 25% em poucas semanas

Entre 16 e 18 de janeiro o Poder Data realizou uma pesquisa que apontava o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva com 54% das intenções de voto. Em seguida aparecia o presidente Jair Bolsonaro com 32%. Nesta quarta (2) o instituto divulgou nova pesquisa em que mostra o ex-presidente com 40%. A queda de 14% indica um derretimento geral de 25% nas intenções de voto. Enquanto o petista vê sua intenção de voto despencar, Bolsonaro segue estável com 32%. A pesquisa que mostra Lula com 54% pode ser acessa AQUI. E a mais recente em que o petista tem 40% está AQUI. As três pesquisas realizadas refletem uma queda acentuada de Lula e podem identificar que o fim da pandemia pode beneficiar Bolsonaro. Além disso, a queda pode justificar a tese que alguns analistas defendem tempos atrás. Segundo ela, assim que o eleitor for instado a comparar os dois, a tendência é que a disputa seja mais acirrada do que a diferença alcançada por Lula. A queda real da diferença (22 para 8) representa um tombo de 63%. As declarações recentes de censura das redes sociais e apoio a regimes totalitários também podem ter tido efeito negativo na avaliação da candidatura de Lula. O resultado obtido pelo PoderData também está sendo verificado em outros institutos e corrobora a tese. Há semanas petistas e entusiastas da candidatura do petista começam a mostrar preocupação com os resultados.
Avanço inédito na Copa do Brasil deve injetar R$ 4 milhões no futebol maranhense

Pela primeira vez na história, três representantes do estado garantiram vaga na 2ª fase da Copa do Brasil. Após o Tuntum golear o Volta Redonda e Moto Club vencer a Chapecoense em jogo de duas viradas, o Sampaio Corrêa fechou a participação dos maranhenses na primeira fase com chave de ouro ao vencer o Operário VG por 2 a 1, na tarde desta quarta (2), no Mato Grosso. Mesmo com a vantagem do empate, o Sampaio Corrêa seguiu o exemplo dos demais conterrâneos e não se agarrou ao regulamento que o favorecia com o empate. Todos os gols saíram na segunda etapa. O Tubarão abriu o placar através de cabeceio do zagueiro Nilson Júnior e ampliou com o atacante Eron. Luan descontou para o Operário no estádio Dito Souza, em Várzea Grande (MT). Com a vaga garantida do Sampaio Corrêa, os três clubes do estado devem somar R$ 4.110 milhões. Pela participação nesta 1ª fase foram R$ 620 mil para cada. Pela vaga na segunda fase mais R$ 750 mil. Ao todo, o Leão dos Cocais, o Papão do Norte e a Bolívia Querida deveriam receber R$ 1,3 milhão em premiações cada. Contudo, a exceção fica por conta do time rubro negro. Segundo informações, o Moto já antecipou na gestão do ex-presidente Natanael Júnior o valor de R$ 348 mil da premiação da 1ª fase. O Moto ainda teria a receber R$ 272 mil, mas este valor está penhorado pela Justiça para pagamento de débitos trabalhistas de gestões anteriores. O deputado estadual e presidente do Moto Club, Yglesio Moyses, mencionou os valores. Boa parte dos 650 foram adiantados pela gestão anterior. (Metade) Em relação aos 750, tem 10% de desconto. Fora os 30% de bloqueio. Valor reduz muito. — Yglésio Moyses (@yglesiomoyses) March 2, 2022 Na próxima fase, o Tuntum enfrenta o Cruzeiro, o Moto Club tem o Tombemse como adversário e o Sampaio Corrêa aguarda o vencedor de Portuguesa-RJ x CRB, que jogam nesta quarta (2), às 21h30, no Rio de Janeiro. A diferença nesta próxima fase é que em caso de empate o jogo vai para os pênaltis. Se todos os três clubes repetirem o feito de passarem juntos para a terceira fase, a premiação será de R$ 1,900 milhões, podendo acumular R$ 3,270 milhões cada.
Brasil vota na ONU contra ataques da Rússia à Ucrânia

Em Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) desta quarta (2), o Brasil votou a favor da resolução contrária aos ataques da Rússia à Ucrânia. Dessa forma, a ONU aprovou o documento contra os ataques por ampla maioria, haja vista que o Brasil foi um dos 141 países que votaram a resolução contra a invasão russa da Ucrânia. A sessão teve 5 votos contra e 35 abstenções. Confira o placar sobre a resolução contra os ataques da Rússia à Ucrânia: 141 votos a favor; 5 votos contra (Rússia, Belarus, Coreia do Norte, Eritreia, Síria) 35 abstenções (China, Índia e África do Sul, entre outros países) Na oportunidade, o embaixador brasileiro Ronaldo Costa Filho falou brevemente na ONU após a votação da Assembleia Geral e defendeu o diálogo e as discussões para a paz. “O Brasil continua a exortar todos os atores a desescalar e renovar os esforços em favor de um acordo diplomático negociado entre a Ucrânia e a Rússia que contribua para o restabelecimento da segurança e da estabilidade da região”, declarou.
O jovem não quer mais votar – Revista Oeste

Em março de 1988, uma massa de 600 jovens festejou nas galerias da Câmara dos Deputados a aprovação de uma emenda do deputado gaúcho Hermes Zanetti (MDB), que instituiu o voto opcional aos 16 anos. Estava em curso a Assembleia Constituinte, e os movimentos estudantis lançaram uma campanha nacional batizada “Se liga 16”. Mais de três décadas depois, a história mudou: o jovem não está preocupado em votar. Segundo um levantamento na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nunca foi tão baixa a procura pelo registro de títulos eleitorais na faixa etária de 16 e 17 anos — depois dessa idade, o voto é obrigatório no país. Foram emitidos 730 mil novos títulos para as eleições deste ano, metade do que foi computado há quatro anos, por exemplo. Em 2004, um marco no alistamento, esse montante foi de 3,7 milhões. Dos analistas da esquerda para a direita (e vice-versa), há uma série de teses sobre o desinteresse com as urnas. Alguns pontos prevalecem: medo de perseguição nas redes sociais, caso seja pressionado a dizer em quem votou, falta de conhecimentos básicos sobre política e, sobretudo, preguiça. Nesse último ponto, vale ressaltar que a abstenção hoje em dia pode ser justificada pelo celular. E estamos falando de uma geração que já nasceu com as facilidades da internet. Outro dado da Justiça Eleitoral também ajuda a jogar luz sobre o tema. Em 2020, o maior porcentual de abstenção foi de jovens a partir de 18 anos — 23,5%. Ou seja, a indiferença com o pleito se estende para aqueles que são obrigados a votar. Quase um quarto dos aptos não apareceu nas urnas. “A fuga do jovem se deve ao ambiente ríspido gerado pela cultura do cancelamento”, afirma Carmelo Neto (Republicanos-CE), aos 19 anos, o mais jovem vereador eleito nas capitais do país em 2020. “Por exemplo: um jovem que apoie o presidente vai sofrer retaliações na escola e nas redes sociais. A patrulha do cancelamento é intensa e inibe a participação, porque o ambiente deles é a internet.” A reportagem de Oeste ouviu dois jovens de 17 anos sobre o assunto. Justamente por medo de retaliações, ambos pediram para que seus nomes não fossem divulgados — até porque não são maiores de idade. Nos dois casos, a resposta para a pergunta “Por que você não quer votar neste ano?” foi similar. Reconheceram não ter maturidade para falar sobre política nem economia, não leem jornais nem revistas. E acessam sites noticiosos apenas quando alguém que seguem disponibiliza o link no Twitter. Também afirmaram que o assunto não é debatido nos grupos de WhatsApp nem no Instagram. Os dois jovens passaram mais de um ano em casa com aulas on-line por causa do fechamento das escolas particulares. Política X lacração Um dos motivos que explicam o descaso com as urnas é a falta de engajamento partidário. Durante anos, a esquerda trabalhou com afinco na doutrinação de jovens nas salas de aula — especialmente nas universidades e nos centros acadêmicos. Apesar de ainda exercer influência nos cursos das áreas de humanas, a militância não discute mais modelos de Estado nem diretrizes partidárias. A pregação agora é outra: o avanço da pauta LGBT, linguagem neutra (todos, todas e “todes”), criar um mundo mais vegano e o “racismo estrutural”. Sobre política, tudo se resume em uma hashtag: #EleNão. E ponto. É isso que se ensina aos adolescentes em sala de aula Há muito que a escola deixou de ser um lugar seguro para nossos filhos. Olha que LIXO de aula. Por isso o Homeschoolig ( ensino domiciliar) e o movimento #EscolaSemPartido são tão combatidos pela esquerda. pic.twitter.com/xwUfmolagg — Bia Kicis (@Biakicis) February 21, 2022 Já a chamada social-democracia do PSDB e os partidos mais à direita nunca empolgaram essa faixa etária. Basta perguntar se alguém conhece um único integrante da Juventude do PL de Valdemar Costa Neto ou do PP de Ciro Nogueira. Aliás, na virada dos anos 2000, dois garotos, de 15 e 17 anos, ficaram famosos por seguir o ex-prefeito Paulo Maluf, do PP, em campanha. Eram filhos de um amigo de Reynaldo de Barros e foram apelidados de “meninos malufinhos”. Recentemente, o eterno candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) foi orientado pelo seu marqueteiro João Santana (que ganhou notoriedade no Petrolão) a acenar para esse público. Ciro e o irmão, Cid Gomes, abandonaram as retroescavadeiras e resolveram fazer lives semanais batizadas de “Ciro Games”. Ciro adotou o slogan “A rebeldia da esperança”. O comparecimento foi pífio. Pelo menos até agora, os jovens têm optado por jogar videogame de verdade em vez de ouvi-lo discorrer sobre sua cartilha política. Uma consulta rápida na internet sobre o tema aponta centenas de cientistas políticos que atribuem a falta de adesão eleitoral de jovens às restrições da pandemia. O TSE, contudo, informa que desde maio do ano passado é possível fazer o cadastramento pela internet, justamente o ambiente em que essa faixa etária vive — basta ter em mãos o RG, uma conta de e-mail e fazer uma selfie. O recrutamento não deu certo. Uma tese possível é que o jovem não quer mais votar simplesmente porque prefere que alguém faça as escolhas por ele. Afinal, é mais fácil ficar distante da responsabilidade do voto e “cancelar” todo mundo depois nas redes sociais.