Brandão recebe apoio da família de Jackson Lago

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) recebeu o apoio da família do ex-governador Jackson Lago durante uma reunião familiar na residência da viúva do ex-governador nesta quinta (10). O anúncio foi feito após café da manhã da qual também participou, a ex-primeira-dama Clay Lago. Também participaram os irmãos Nonato Lago (ex-conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado), Vagner Lago (ex-deputado federal), Ludimila Lago Noronha (filha), Julinho Noronha (genro e ex-presidente da Associação Comercial do Maranhão) Aderson Lago (primo e ex-deputado) e Rodrigo Lago (sobrinho e secretário de Estado da Agricultura Familiar). Jackson foi eleito em 2006 em uma articulação do ex-governador José Reinaldo, que tinha Carlos Brandão como auxiliar na Casa Civil.
Motoristas fazem fila em posto de combustíveis em São Luís

Nesta quinta, quem roda pela capital maranhense se depara com os reajustes. Há postos de combustíveis cobrando mais de R$ 7,05
“Vamos estar mais próximos”, diz Penha sobre apoio de Braide a Weverton

O vereador Raimundo Penha (PDT) foi entrevistado nesta quinta (10) pela TV Mirante. O líder do Governo na Câmara Municipal afirmou que torce para o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), apoiar o senador Weverton Rocha (PDT) na disputa pelo Governo do Estado. Penha é presidente do PDT em São Luís e ressaltou a união do partido com o Braide. Relação que teve início ainda no segundo turno das eleições municipais de 2020. E que, após o prefeito de São Luís tornar Penha o líder de Governo da Câmara, ganha cada vez mais força. “O prefeito vindo para declarar apoio a Weverton, nós vamos ficar muito felizes, vamos estar mais próximos e juntos do que já estamos”, disse o parlamentar
TRT-MA convoca audiência entre rodoviários e empresários

Mesmo com reajuste da tarifa do transporte público na Grande Ilha desde o dia 25 de fevereiro, a greve de rodoviários do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus no Estado do Maranhão (STTREMA) continua. Por conta disso, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão), desembargador Francisco José de Carvalho Neto, determinou a realização de audiência de conciliação nesta sexta (11), às 14 horas, no Gabinete da Presidência da Corte, no dissídio coletivo ajuizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão, em face do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de São Luís, Município de São Luís e Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos. O magistrado acolheu pedido do sindicato laboral que, no dissídio coletivo, requereu a designação de audiência conciliatória, alegando, entre outros argumentos, a falta de contraproposta concreta do sindicato patronal diante da pauta de reivindicações feita pelos trabalhadores, bem como a ausência de acordo nas mediações realizadas junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT-MA). Entre as reivindicações apresentadas no dissídio estão a implantação imediata do índice de 15% de reajuste salarial, ticket alimentação no valor de R$ 800,00 e manutenção do plano de saúde pelas empresas componentes da categoria patronal do dissídio. Também requerem o pagamento das diferenças resultantes desse percentual nos salários e no ticket alimentação dos membros da categoria profissional, retroativamente a janeiro de 2020 (data-base). O presidente do Tribunal, desembargador Carvalho Neto, em sua respectiva decisão não deferiu nenhuma tutela provisória, por ora, apenas designou audiência de conciliação que será restrita a dois representantes de cada sindicato, advogados credenciados nos autos, procurador do MPT e assessoria da Presidência do Tribunal, a fim de evitar acúmulo de pessoas, com congestionamento ambiental contraprodutivo e não recomendável no momento, ante normas correlativas, inclusive vigentes na própria Corte (Ato GP/TRT16 nº 008/2022, artigo 5º).
Lei sobre retorno de gestantes vacinadas ao trabalho é sancionada

Gestantes com esquema vacinal completo contra o coronavírus devem retornar ao trabalho presencial. É o que determina a Lei 14.311, de 2022, publicada com vetos, nesta quinta (10), no Diário Oficial da União. A norma sancionada disciplina o trabalho das grávidas não imunizadas quando a atividade não puder ser feita a distância — questão até então não prevista na Lei 14.151, de 2021, que trata do afastamento da empregada gestante durante a pandemia. Dessa forma, a Lei 14.311 prevê que as gestantes não completamente imunizadas ficam à disposição do empregador para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância, sem prejuízo da remuneração. Para compatibilizar as atividades desenvolvidas, o empregador poderá alterar as funções da empregada, sem prejuízo de sua remuneração, com garantia de que ela terá retomada sua função original quando do retorno ao presencial. Todas as gestantes (e não apenas as completamente imunizadas) deverão retornar imediatamente ao trabalho assim que for decretado o encerramento do estado de emergência de saúde pública por conta do coronavírus. O retorno também é previsto para aquelas que optaram pela não vacinação contra a covid-19, mediante apresentação de termo de responsabilidade. Vetos O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou o item que previa, no caso de retorno por interrupção da gestação, o recebimento de salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Também foi vetada a previsão de considerar gravidez de risco no caso de o trabalho ser incompatível com sua realização em domicílio por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma a distância. Nesse caso, o projeto previa a substituição da remuneração pelo salário-maternidade. Para o presidente, a proposição contraria o interesse público, ao instituir concessão de benefício previdenciário destinado à situação de maternidade de forma diversa ao previsto para o auxílio-materninade.
Petrobras aumenta preço da gasolina e do gás de cozinha

“A partir da sexta-feira 11, o preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, um aumento de 18,8%. Para o diesel, o preço médio passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, uma alta de 24,9%”, comunicou a empresa.
Vereador de Matões cobra Flávio Dino por redução de efetivo da PM

Em discurso nesta quarta (9), na Câmara Municipal de Matões, após falar do problema de iluminação na cidade, o vereador Aurélio da Mata cobrou o Governo do Maranhão pela insegurança pública vivenciada no município De acordo com o parlamentar, ao invés de aumentar o efetivo da Polícia Militar, estão é reduzindo. No mesmo sentido, a criminalidade no município cresce e e a população tem cada vez mais medo das facções. “Só este ano já tiraram três policiais de Matões para Timon e o efetivo nunca aumentou após oito anos. Com isso a criminalidade vem aumentando na cidade”, disse o vereador Aurélio da Mata. O vereador pediu urgência na solicitação e frisou que o efetivo da segurança pública já é pequeno, deixando subtendido que além de devolver os policiais ao município de Matões, é necessário, ainda, aumentar o efetivo. “Nossa cidade tá crescendo e com ela vem a criminalidade as facções e o medo da população. O efetivo da polícia já é pequeno, contando agora com apenas três policiais nas ruas de Matões”, frisou o parlamentar matoense.
TJMA decide pela manutenção de Marcelo Tavares no TCE

O ex secretário-chefe da Casa Civil do governo de Flávio Dino (PSB) e ex-deputado estadual, Marcelo Tavares, segue com a garantia de inscrição para o cargo de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA). O Tribunal de Justiça do Maranhão negou nessa quarta (9) mandado de segurança do advogado Márcio dos Santos Rabelo que alega ter sido barrado pelos parlamentares na tentativa de disputar o cargo e pretendia que fossem reconhecidas a inconstitucionalidade e a ilegalidade do decreto legislativo. A votação foi unânime, acompanhando voto do desembargador Joaquim Figueiredo, relator do caso, nos termos do parecer da PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça). O imbróglio pode ser levado aos tribunais superiores.