Seis governadores deixam cargos para disputar eleições de outubro

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Governadores de seis estados brasileiros renunciaram aos cargos na última semana. De acordo com a lei eleitoral, com exceção dos que vão disputar a reeleição, quem pretende entrar na disputa por uma vaga no Legislativo este ano precisa se desincompatibilizar do cargo público até seis meses antes do primeiro turno da eleição, que será em 2 de outubro. Dos seis nomes que deixaram os cargos, quatro são do Nordeste e vão disputar uma vaga no Senado: Em Alagoas, Renan Filho (MDB), no Maranhão, Flávio Dino (PSB), no Piauí, Wellington Dias (PT) e no Ceará, Camilo Santana (PT). Além deles, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pré-candidato a presidência da República e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ainda sem definição sobre qual cargo disputará, deixaram o posto mais alto do Executivo em seus estados. Os vices assumem os cargos até o fim dos mandatos.

Lahesio Bonfim participa de entrevista coletiva em São Luís

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O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, deve conceder entrevista coletiva na tarde desta segunda (4) em São Luís. Pré-candidato ao governo do estado, Lahesio estará acompanhado do deputado federal Aluísio Mendes, presidente do PSC. Na semana passada, Lahesio filiou-se ao partido e deve disputar o governo do Maranhão nas eleições de outubro pelo partido. Ontem (3), ele esteve em Imperatriz anunciando sua decisão. “Hoje a nossa candidatura é uma realidade. Estamos com a disposição de iniciar mais um capítulo da história do Maranhão”, explicou. Além de Aluísio e Lahesio, também participou do evento o deputado estadual Wellington do Curso e as pré-candidatas Mariana Carvalho e Flávia Berthier. O deputado federal Aluísio Mendes afirmou que a candidatura de Lahesio deve romper com padrões da velha política no estado. “Nem sempre o dinheiro e o poder ditam os rumos de uma eleição. Temos esperança nesse projeto e sabemos que ele irá apresentar ao povo um projeto responsável que será acolhido”, disse Aluísio Mendes. A recepção em Imperatriz surpreendeu os organizadores do evento pela participação popular. Muitas pessoas compareceram ao auditório do Hotel Imperial. “É muito gratificante saber que nosso projeto conta com o apoio do povo”, disse Lahesio. Em São Luís o encontro irá acontecer no Hotel Luzeiros, às 15h desta segunda.

Carlos Brandão anuncia nomes que vão compor equipe de governo

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Na noite desse domingo (3), o governador Carlos Brandão (PSB) anunciou os primeiros nome da sua equipe de governo. Na ocasião, foram divulgados os nomes que vão compor as pastas de Educação, Saúde, Fazenda, Planejamento, Cidades, Administração Penitenciária, Juventude, Igualdade Racial e Programas Estratégicos. Confira os nomes anunciados: Leuzinete Pereira – EducaçãoTiago Fernandes – SaúdeLuis Fernando Silva – Planejamento e OrçamentoMurilo Andrade – Administração PenitenciáriaMarcellus Ribeiro – FazendaGerson Pinheiro – Igualdade RacialTatiana Pereira – JuventudeJosé Reinaldo Tavares – Programas EstratégicosJoslene Rodrigues – Cidades e Desenvolvimento UrbanoCoronel Silvio Leite – Segurança PúblicaCassiano Pereira – Indústria, Comércio e EnergiaAparício Bandeira – InfraestruturaPaulo Casé – Desenvolvimento SocialPedro Chagas – Gestão, Patrimônio e Assistência dos ServidoresRaul Mochel – Transparência e ControleSilvia Carla Pereira – Relações InstitucionaisDavi Telles – Ciência, Tecnologia e InovaçãoCoronel Aldrin – Gabinete Militar

Nova pesquisa mostra avanço de Brandão e crescimento de Lahesio

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Pela segunda vez neste ano, o Instituto Escutec divulgou, neste sábado (2), a pesquisa sobre a disputa eleitoral no Maranhão para 2022. O levantamento ouvido 2 mil eleitores nos dias 27 de março a 1º de abril. Com margem de erro é de 2,19% para mais ou para menos, a pesquisa mostra a liderança de Carlos Brandão no cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos políticos aos eleitores. Neste cenário, Carlos Brandão aparece com 22% sendo seguido por Weverton Rocha com 21%. Edivaldo Júnior tem 12%, Roberto Rocha, 10% e Lahesio Bonfim, 9%. Josimar de Maranhãozinho manteve o mesmo percentual de 5%. O ex-secretário Simplício Araújo (SD) aparece com 2% e Enilton Rocdrigues (PSOL) com 1%. O pré-candidato do PSTU, Hertz Dias, não pontuou. Lahesio Bonfim foi o que mais cresceu comparando as duas pesquisas: em fevereiro ele tinha 6% e agora aparece com 9%. Porém, o Senador Weverton Rocha apareceu com 22% e agora está com 21%.O ex-prefeito Edivaldo Júnior manteve o seu percentual de 12% nas duas pesquisas. O senador Roberto Rocha tinha 11% e agora aparece com 10%. Assim como Josimar, Simplício Araújo manteve o mesmo percentual. Nos dois levatamentos Simplício aparece com 2%. 

Jovem que planejava explodir escola é preso no MA

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A Polícia Civil informou que o adolescente possui problemas psiquiátricos e faz uso de medicamentos controlados. Foram encontrados com o jovem explosivos caseiros, garrafas de solvente e outros artefatos que seriam usados para criar arma química.

Congresso em xeque – Revista Oeste

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Na última terça-feira, 29, o deputado federal Daniel Silveira (RJ) decidiu enfrentar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que tenta prendê-lo a todo custo por um crime que não existe no Código Penal Brasileiro. A resposta do ministro não causou surpresa a ninguém. Já a reação da Câmara deixou claro que o Legislativo é um Poder acovardado. Acusado de ter extrapolado nas suas críticas ao Supremo há um ano, Silveira se recusou a usar uma tornozeleira eletrônica nas dependências da Câmara, onde detém a chamada imunidade parlamentar. Subiu à tribuna e disse que o ministro é “um sujeito medíocre”, que “desonra o STF”. Depois, passou a noite acampado no gabinete — aliados o ajudaram com colchão e travesseiro. “Aceito a imposição quando os deputados decidirem se ela deve ou não ser aplicada”, avisou Silveira. “Não se deve abrir um precedente contra o Legislativo inteiro.” Paralelamente, a bancada evangélica cobrou do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que pautasse uma votação em plenário sobre a imposição da tornozeleira e ressaltasse a independência dos Poderes. Lira lavou as mãos e só assegurou que ele não seria preso dentro da Casa. Tenho certeza que não estamos sozinhos, Daniel não pode perder a sua liberdade , não é apenas a liberdade do Daniel que está em jogo. Está em jogo a liberdade dos brasileiros que acreditam e confiam nos deputados que lutam pela verdadeira liberdade! pic.twitter.com/y7USxwau5F — Luiz Lima (@Oficialluizlima) March 30, 2022 Moraes determinou que a Polícia Federal fosse imediatamente até o Congresso instalar o equipamento e impôs multa diária de R$ 15 mil, desconto no contracheque e o bloqueio das contas bancárias. “O sequestro de bens, previsto nos artigos 125, 126 e outros do Código de Processo Penal (CPP), não se aplica ao caso do deputado”, afirma Ivan Sartori, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. “Esses dispositivos só podem ser acionados quando os bens da pessoa foram adquiridos de forma ilícita. Tampouco cabe multa.” Encurralado financeiramente e sem o respaldo do comando da Câmara, o deputado prometeu acatar a decisão. “Não tenho caixinha de corrupção, não tenho secretaria, não tenho carguinho aqui e acolá, então é o meu salário”, disse. “Quem vai pagar a multa diária para mim?” No dia seguinte, contudo, apareceu sem a tornozeleira em evento de despedida dos ministros no Palácio do Planalto, o que causou alvoroço no consórcio de imprensa. Ao longo da semana, publicações sobre o caso nem sequer se referiam a ele como deputado, mas, sim, como “bolsonarista”. Colunistas do UOL e do jornal O Globo defenderam a condenação à prisão do “valentão”, “discípulo de Bolsonaro”, que desrespeitou o Supremo. Moraes ficou furioso ao ver imagens de Silveira na TV, sentado na primeira fila do salão sem a tornozeleira. Em novo despacho, fixou horário e estabeleceu que o equipamento deveria ser colocado na sede da Polícia Federal. Silveira cumpriu a ordem horas depois. “É preciso avaliar a necessidade ou não da utilização humilhante de tornozeleira por um deputado federal, que é um representante do povo brasileiro. É preciso que se pense no contexto”, disse o ex-ministro do STF Marco Aurélio Mello. “Para mim, esse ato deveria ser submetido à Câmara dos Deputados.” Inquérito do fim do mundo Daniel Silveira é um dos principais alvos do inquérito inconstitucional aberto no Supremo para analisar supostos ataques à democracia. Trata-se de uma aberração jurídica, sem precedentes nem escopo claro, com prazo infinito e que despreza o Ministério Público e o direito de defesa. Na prática, tornou-se um subterfúgio para represálias aos críticos da Corte — responsável por investigar, acusar, prender e julgar. “O inquérito nasceu irregular, é ilegal e inconstitucional porque o STF não tem o direito de abrir esses procedimentos”, afirma o jurista Dircêo Torrecillas Ramos, membro da Academia Paulista de Letras Jurídicas. “O artigo 129 da Constituição atribui ao Ministério Público Federal a competência de fazer a denúncia. O artigo 144 determina que a Polícia Federal é responsável por apurar essa denúncia. O STF pode apenas autorizar o pedido.” Moraes gostou do papel de xerife da República. Usou o distintivo para devassar sigilos de dezenas de pessoas e empresas. A maioria dos investigados não sabe até hoje do que é acusada. Censurou sites e canais de vídeos na internet — alguns, proibidos de receber remuneração do YouTube, faliram. Nos casos mais agudos, mandou para a cadeia o presidente do PTB, Roberto Jefferson, o jornalista Oswaldo Eustáquio e o líder de caminhoneiros Zé Trovão. Ele ainda tenta prender há meses o jornalista Allan dos Santos, que vive nos Estados Unidos. Segundo relatos de jornalistas que acompanham o dia a dia do Supremo — apelidados de setoristas do Judiciário, no jargão das redações —, o trio formado por Silveira, Allan dos Santos e Roberto Jefferson tornou-se uma obsessão para Moraes. Os dois primeiros por desdenharem de suas ordens e Jefferson por ter levantado suspeitas sobre o escritório de advocacia de sua mulher. “O semblante dele muda quando ouve esses nomes, o tom de voz sobe”, descreve um jornalista que conhece o ministro desde os tempos em que era secretário de Segurança Pública em São Paulo. Processo kafkiano Nada nesse “inquérito do fim do mundo”, como foi batizado por advogados, se compara ao caso de Daniel Silveira. O parlamentar foi preso por crime inafiançável em fevereiro do ano passado. O motivo foi a publicação de um vídeo — de péssimo gosto — nas redes sociais sobre o STF. Para justificar a decisão, Moraes recorreu à Lei de Segurança Nacional, um entulho do regime militar que sobreviveu até setembro do ano passado, quando foi revogada. Outro detalhe é ainda mais controverso: a prisão foi sustentada pela ocorrência de flagrante delito. Mas não se tratava de um vídeo gravado? Moraes disse que a postagem permanecia “disponível e acessível a todos os usuários da rede mundial de computadores”. Em resumo, acusou o deputado de uma infração permanente. A defesa do parlamentar argumentou que a extinção da lei em setembro anula a acusação, o que foi rechaçado até agora

Moro recua e diz que não deve ser candidato a deputado federal

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O ex-ministro Sérgio Moro fez um breve pronunciamento nesta sexta, 1º, um dia após anunciar que não concorreria à presidência na eleição de 2022 e que trocaria de partido, saindo do Podemos para se juntar ao União Brasil. O ex-juiz repetiu que a decisão era em prol de uma união do “centro democrático” em torno de um candidato da terceira via, contra Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL), e garantiu que não será candidato a deputado federal, possibilidade aventada por caciques do União Brasil em nota oficial na quinta, 31 de março. “Para livrar o Brasil dos extremos, coloquei o meu nome à disposição do país. Não tenho obsessão por cargos; se tivesse, continuaria juiz federal ou ministro da Justiça. Não preciso de foro privilegiado ou outros privilégios que sempre repudiei e defendo a extinção. Aliás, não serei candidato a deputado federal”, começou Moro. Após ressaltar que sua ambição era um Brasil melhor, cobrou outras lideranças da chamada “terceira via” para que foquem em derrotar Lula e Bolsonaro. “Não pode, porém, ser um projeto individual. Precisamos, com urgência, da união do centro democrático contra os extremos. Meu movimento político exigiu desprendimento e humildade. Precisamos de outros atos de desprendimento: de Luiz Felipe D’Ávila, João Doria, Eduardo Leite, Simone Tebet, André Janones e lideranças partidárias para fazer prosperar essa articulação democrática”, pediu o ex-juiz. Moro ainda mandou um recado aos apoiadores e pediu que continuem contra os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas. “Eu sei que muitos estão desapontados, e outros com medo de se insurgirem; devemos evitar, porém, a resignação. A vitória contra Lula e Bolsonaro depende da indignação de cada brasileiro de bem. Em meu novo partido, o União Brasil, serei um soldado da democracia. Vamos reforçar a luta pela defesa de nosso país. Tenho muita fé que nessa jornada seremos vitoriosos. A nossa luta está apenas começando e estou pronto para enfrentá-la. Jamais desistirei”, declarou.

Ônibus do Governo do Estado pega fogo na Estrada de Ribamar

smtt se pronunciou

Um ônibus de número 15-517 do sistema semiurbano de transporte pegou fogo na Estrada de Ribamar, próximo ao sítio Natureza, nesta sexta (1º). O caso foi registrado nas primeiras horas da manhã. Na ocasião, foi necessário o Corpo de Bombeiros para apagar as chamas, mas todo o veículo foi destruído com o incêndio. Não houve feridos e o trânsito ficou lento no local para atendimento e orientação nas proximidades da ocorrência. Ver esta publicação no Instagram Uma publicação partilhada por BLOG DO MINARD (@marcellominard) Nos comentários, usuários manifestaram revolta e cobraram da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte de São Luís. Prontamente, a SMTT se posicionou e disse que a linha é responsabilidade da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos – MOB e não da Prefeitura da capital. Imediatamente, um usuário foi ao perfil da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e manifestou, não só pela ausência de um posicionamento do órgão, como pela necessidade da SMTT esclarecer sobre o ocorrido de responsabilidade da MOB. O comentário realizado hoje (1º) foi feito na publicação mais recente do órgão, cuja postagem aconteceu há mais de 10 dias.

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