
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, emitiu comunicado nesta segunda (14) afirmando que o país será atacado pela Rússia na próxima quarta (16).
“Dizem-nos que o ataque ocorrerá em 16 de fevereiro […] Vamos fazer dele um dia de união. O decreto já foi assinado. Nesta tarde, desdobraremos a bandeira nacional, poremos fitas azuis-amarelas nas janelas e mostraremos ao mundo nossa unidade”, anunciou o presidente.
Em meio a repercussão das afirmações, um alto funcionário do governo ucraniano, Mykhailo Podoliak, revelou que Zelensky estaria sendo irônico e negou que a mensagem tenha sido literal. No entanto, agências internacionais estão noticiando possíveis ataques a Kiev desde o último fim de semana.
Ontem, o conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jake Sullivan, informou, em entrevista concedida à CNN, que uma invasão poderia ocorrer a qualquer momento.
“Não podemos prever perfeitamente o dia, mas há algum tempo dizemos que estamos na janela”, disse.
Leia o discurso de Volodymyr Zelensky na íntegra:
“Grande povo de um grande país! Tem havido sérios desafios externos e internos ao nosso país, que exigem responsabilidade, confiança e ações concretas de mim e de cada um de nós.
Estamos sendo intimidados por uma grande guerra, e mais uma vez marcam a data da invasão militar. Essa não é a primeira vez. Mas nosso Estado está mais forte do que nunca.
Lutamos pela paz e queremos resolver todas as questões exclusivamente por meio de negociações. E Donbass e Crimeia retornarão à Ucrânia. Apenas de forma diplomática. Não cobiçamos o que é dos outros, mas não abrimos mão do que é nosso.
Temos um Exército incrível. Nossos meninos têm experiência de combate única e armas modernas. Estamos confiantes em nossas Forças Armadas. Nossos militares também devem sentir nosso apoio, nossa união e nossa unidade. A base de nosso Exército é a confiança do próprio povo.
Nos informaram que 16 de fevereiro será o dia do ataque. Faremos um dia de união. O decreto já foi assinado. Esta tarde vamos desdobrar a bandeira nacional, poremos fitas azul-amarelas nas janelas e mostrar ao mundo nossa unidade.
Temos uma grande aspiração europeia. Queremos liberdade e estamos prontos para votar por ela. Catorze mil defensores e civis que morreram nesta guerra estão nos observando do céu. E não trairemos a memória deles.
Todos queremos viver felizes, e a felicidade ama os fortes. Nunca fomos capazes de desistir e não vamos fazê-lo agora.”








Será? Cortina de fumaça! A indústria armamentos quer a guerra. Interesses econômicos.
O presidente de vocês já deve está chegando na Rússia. Fazer o que ? O de sempre: rilinchar