Covid-19

Prefeitura de São Luís adia aulas e Carlos Lula contesta

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Secretário alegou que diversos órgãos são a favor do retorno e não dá para a capital continuar pelo terceiro ano sem funcionamento das escolas.

Após a Secretaria Municipal de Educação (Semed) anunciar, na última sexta (28), o adiamento do início do ano letivo de 2022 na rede de ensino para o dia 22 de fevereiro devido aos aumentos de casos do novo coronavírus e das síndromes gripais na região metropolitana, o secretário de Estado de Saúde Carlos Lula contestou.

De acordo com o secretário estadual de Saúde do Maranhão e pré-candidato a deputado estadual pelo PSB, Carlos Lula, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef-Brasil) são a favor do retorno. O titular da SES/MA mandou recados nas redes sociais destinadas a gestão do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), alegando que não dá para a capital continuar pelo terceiro ano sem funcionamento das escolas.

O retorno presencial das atividades estava previsto para o dia 1º de fevereiro. A decisão é fruto de reunião entre Semed, Sindicato dos Profissionais do Ensino Público Municipal (Sindeducação) e o Ministério Público do Maranhão (MP-MA).

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Pr. Ribamar

Ele está certo, mas pode acreditar, se fosse o prefeito fosse a favor de abrir, ele seria a favor de fechar!

Antonio Vidal

Este patético fica falando besteira e esquece da incompetência dele e do governador, com relação ao ciclo vacinal no Estado, porque em vez de ficar dando pitaco em outro poder ele não cuida da pasta que é responsável, este secretario imbecil e incompetente, é realmente apenas um molequinho de recados do incompetente e patético Flavio Dino, eita maranhão velho de peia, ate quando vamos ter estes tipos de coisas?

Fábia Belfort

O adiamento por mais alguns dias deve ter sido avaliado por uma equipe. Ao invés de questionar o adiamento deviria ele como Secretário Estadual de Saúde, apresentar argumentos melhores fundamentados com números e dados fidedignos como resultado para um retorno seguro. Não, trata-se prevenção apenas com imunizantes, deve-se orientar bem os gestores e colaboradores das escolas. Adiar não é suspender, se for para garantir qualidade é válido.

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