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Membros do INEP acusados de desviar mais R$ 130 do Enem em 10 anos

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Investigações da Policia Federal apontam suposto esquema que teria enricado ilicitamente vários funcionários do órgão ao longo de 10 anos.

A Polícia Federal deflagrou nesta semana a Operação Bancarrota. Segundo as investigações, há a suspeita de um esquema de superfaturamento que desviou R$ 130 milhões em contratos fechados com a gráfica para impressão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As fraudes aconteceram, principalmente, nos governo Lula e Dilma.

Segundo os investigadores, as apurações desenvolvidas em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU) miram contratos de R$ 880 milhões. A PF investiga se o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) contratou uma empresa para realização do Enem “sem observar as normas de inexigência de licitação”.

A PF suspeita de “enriquecimento ilícito” por servidores do Inep em mais de R$ 5 milhões. O superfaturamento de R$ 130 milhões teria sido desviado “para fins de comissionamento” do grupo, que teria empresários, funcionários das empresas envolvidas e servidores.

Desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu, o Inep passa por uma crise. No mês passado 37 servidores pediram exoneração dos cargos.

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Vladimir

A roubalheira também é grande no censo escolar do inep, capitaneada por uma maranhense.

Rosana

A debandada foi com. A aproximação da PF.

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