CRIME IMPUNE

Justiça concede domiciliar a PM que matou servidor público

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Decisão judicial substitui prisão preventiva por medidas cautelares enquanto perícia psiquiátrica avalia condição mental de policial acusado de matar servidor.

MARANHÃO, 24 de março de 2026 – A Justiça do Maranhão concedeu prisão domiciliar a um policial militar acusado de homicídio, após substituir a prisão preventiva por medidas cautelares. O caso envolve a morte do servidor público Fabrício Rodrigues dos Santos, ocorrida em 15 de fevereiro de 2023, em São Luís.

A decisão ocorreu durante a fase de avaliação da condição mental do acusado, que ainda aguarda conclusão de perícia psiquiátrica.

O servidor Fabrício Rodrigues dos Santos, de 38 anos, morreu após ser atingido por disparos dentro de uma loja de conveniência em um posto de combustíveis no bairro Cohama.

Segundo as informações do processo, o policial militar Jone Elson Santos Araújo realizou o ataque de forma repentina. O crime gerou repercussão e segue sem julgamento até o momento.

Mais de três anos após o crime, o processo permanece suspenso por causa de dúvidas sobre a condição mental do acusado. A Justiça determinou a realização de perícia psiquiátrica para esclarecer o quadro.

No entanto, os primeiros laudos foram anulados após a identificação de inconsistências técnicas, o que levou à solicitação de uma nova análise.

A nova perícia ainda não foi concluída, o que mantém o processo sem definição judicial. Diante desse cenário, o Judiciário decidiu substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, incluindo a prisão domiciliar.

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