
SÃO LUÍS, 21 de fevereiro de 2026 – A falência da 1001, empresa Expresso Rei de França, foi declarada neste sábado (21), na Grande São Luís, com início de demissões em massa após reunião com funcionários, o que afeta diretamente o transporte público e compromete a circulação de ônibus em aproximadamente 15 bairros atendidos pelas linhas da companhia.
Além disso, a falência da 1001 atinge áreas como Ribeira, Viola Kiola, Vila Itamar, Tibiri, Cohatrac e Parque Jair, entre outros bairros, ampliando o impacto no deslocamento de passageiros que dependem diariamente das rotas operadas pela empresa no sistema de transporte coletivo da região.
Também podem ser impactados os bairros Parque Vitória, Alto do Turu, Vila Lobão, Vila Isabel Cafeteira, Vila Esperança, Pedra Caída, Recanto Verde, Forquilha e Ipem Turu, conforme a relação de locais atendidos pelas linhas vinculadas à operação da empresa.
Funcionários participaram de reunião na manhã do mesmo dia e assinaram acordos de demissão após o anúncio da falência da 1001, porém, segundo a categoria, parte dos direitos trabalhistas não será paga neste momento, e apenas uma parcela dos trabalhadores aderiu ao acordo apresentado.
A empresa já enfrentava dificuldades para arcar com pagamentos dos rodoviários e acumulava paralisações desde novembro de 2025, o que interrompeu o serviço em diferentes períodos e deixou milhares de passageiros sem transporte público em diversos momentos recentes.
HISTÓRICO DE GREVES E PARALISAÇÕES
No dia 26 de janeiro deste ano, motoristas paralisaram totalmente a frota da antiga 1001, enquanto a primeira greve havia ocorrido em 14 de novembro de 2025, motivada por salários atrasados e falta de pagamento de benefícios como plano de saúde e tíquete-alimentação.
Posteriormente, a mobilização iniciada em novembro durou 12 dias, e outra greve foi registrada na véspera de Natal de 2025, novamente por atrasos salariais e ausência de benefícios, sendo encerrada cinco dias depois, após negociações com a categoria.
Com a falência da 1001, a principal preocupação passa a ser a continuidade das linhas que eram operadas pela empresa, enquanto ainda não há posicionamento oficial da companhia sobre os desdobramentos administrativos e operacionais do encerramento das atividades.








E a parcela recebida recentemente da Prefeitura? Será que chegou no bolso dos empregados?