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PL será o maior partido do Congresso Nacional após entrada de Bolsonaro

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Legenda deve pular de 43 deputados federais para mais de 70 se tornando a maior da Câmara Federal. Número de senadores também deve crescer após entrada do presidente na sigla.

A assessoria de imprensa do Partido Liberal (PL) anunciou o acerto de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido. Com a entrada de Bolsonaro na legenda, ela deverá tornar-se a maior do país. Atualmente a legenda conta com 43 deputados federais. Após a entrada de Bolsonaro, são esperados, pelo menos, mais 30 parlamentares. Hoje os maiores partidos são PSL e PT (ambos com 53 deputados). No Senado a legenda conta com 4 senadores e também deve sofrer um aumento na bancada ainda não previsto.

O martelo foi batido após conversa entre o presidente e o líder nacional do partido, Valdemar Costa Neto. De acordo com a assessoria do PL, a cerimônia será realizada na manhã do dia 22 de novembro, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília, e terá a presença de dirigentes do partido de todo o país.

Valdemar Costa Neto afirmou que Bolsonaro havia conversado com o ministro da casa civil, Ciro Nogueira do PP (Partido Progressista), antes de confirmar sua filiação no PL.

O deputado federal Giovani Cherini afirma que, com a chegada do presidente ao partido, a expectativa é que seja “o maior partido da Câmara”. Ele ainda comenta que recebeu várias ligações de pessoas querendo se filiar ao partido, após o anúncio. O parlamentar também ressaltou que a chegada do presidente no partido é bem-vinda.

O deputado reconhece que a legenda pode sofrer com baixas de filiados contrários à chegada do presidente, mas afirma que, para alcançar a maior representação no Legislativo, o PL planeja contar com os alguns filiados ao DEM e ao PSL. “Não vamos fazer nenhum tipo de seleção. Em relação às candidaturas vamos ver quem é mais forte eleitoralmente falando. Não adianta ter boa vontade, mas não ter voto. Voto é fundamental para chegarmos ao poder”, concluiu.

Figuras como o vice-presidente da câmara dos deputados, Marcelo Ramos, mostraram insatisfação em fazer parte do mesmo partido que o presidente.

No Maranhão, o clima ficou bem agitado com a decisão do presidente da República em se afiliar ao PL.

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