
MARANHÃO, 31 de julho de 2025 – Parlamentares maranhenses reagiram com críticas à decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A medida se baseia na Lei Magnitsky, norma norte-americana que prevê punições a estrangeiros por corrupção ou violação de direitos humanos.
A senadora Ana Paula Lobato (PSB) classificou a medida como absurda e arbitrária. Em rede social, ela afirmou que a decisão representa uma afronta à soberania do Brasil e um ataque direto ao STF. Para a senadora, governos estrangeiros não têm legitimidade para punir ministros por atos no exercício da função.
O deputado federal e ministro do Esporte, André Fufuca (PP), também criticou a sanção. Segundo ele, a medida desrespeita as instituições brasileiras e a soberania nacional. Ele afirmou que o presidente Lula tem atuado na defesa dos interesses do país.
Fufuca também criticou tarifas aplicadas por Trump sobre produtos brasileiros. Segundo ele, a imposição de taxas de 50% é descabida e não pode ser aceita pelo Brasil.
O deputado estadual Carlos Lula (PSB) declarou que a Lei Magnitsky foi criada para punir tiranos, e não para proteger quem atenta contra a democracia. Para ele, a sanção é uma manobra reveladora de grupos que não aceitam os resultados das eleições.
A decisão de Trump provocou forte repercussão no meio político brasileiro. Parlamentares da base do governo Lula (PT) enxergam a medida como tentativa de interferência externa nos assuntos internos do país.
Moraes conduz processos relacionados a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.







