
De acordo com dados divulgados em boletim semanal do Banco Central que leva em consideração instituições financeiras consultadas pela autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, o PIB tem projeções de aumento na expansão da economia do Brasil pela sétima semana seguida.
A expectativa para aumento do PIB do país – a soma de todos os recursos e serviços produzidos no Brasil – cresceu de 3,96% para 4,36%. A previsão de elevação do Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 2,25% para 2,31% para o ano de 2022. Nos dois anos posteriores, o mercado financeiro projeta expansão em 2,50%, isto é, em 2023 e 2024.
O prognóstico para este ano quanto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou seja, a inflação, passou de 5,31% para 5,44%. Para o ano seguinte, a antecipação prevê IPCA foi adequada de 3,68% para 3,70%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para a inflação é de 3,25%.
Para alcançar a meta de IPCA, o Banco Central usa como principal dispositivo a Selic, taxa básica de juros fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Copom. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre 2021 em 5,75% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a probabilidade aponta que a taxa básica termine estes períodos em 6,5% ao ano.
Quanto ao câmbio, a previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,30 para o final de 2021 e do próximo ano.







