Autoria

César Pires é responsável por lei que impede corte de energia

Compartilhe
Em 2017 parlamentar apresentou projeto que foi aprovado por unanimidade na Assembleia. Lei foi vetada por Flávio Dino na época

O deputado César Pires (PV) comemorou a sanção da lei federal que proíbe a suspensão do fornecimento de energia elétrica em vésperas de feriados e finais de semana. Pires foi o primeiro parlamentar maranhense a apresentar projeto com esse objetivo. Em julho de 2017 a Assembleia Legislativa aprovou proposta que impedia o corte de energia em vésperas de finais de semana e feriados. Apesar de aprovada, a lei foi vetada pelo governador Flávio Dino.

Na época o projeto do deputado foi aprovado por unanimidade. Na ocasião o deputado comemorou a aprovação por considerar que a nova lei beneficiaria milhares de famílias que, por dificuldades financeiras diversas, atrasavam o pagamento de suas contas de energia elétrica e eram penalizadas com o corte do fornecimento às sextas-feiras ou vésperas de feriados, quando dificilmente conseguiam quitar de imediato seus débitos.

“Mas o governador não foi sensível às necessidades da população e vetou nosso projeto. E para nossa surpresa, ao votar o veto em junho do ano passado, ele conseguiu convencer o plenário a manter sua vontade, mesmo já havendo decisão do Superior Tribunal de Justiça reconhecendo a legalidade de uma lei estadual idêntica, do Paraná”, lamentou César Pires.

Depois que o governador Flávio Dino barrou o projeto de César Pires, outros parlamentares maranhenses apresentaram proposta com o mesmo teor. No ano passado, foi a vez do deputado Duarte Júnior tentar, mas foi barrado na Comissão de Constituição e Justiça, gerando enorme polêmica. Só que agora o benefício virou lei após ser proposto pelo senador Weverton Rocha e aprovado no Senado Federal.

“O governador foi incapaz de admitir que um deputado de oposição pudesse atender a uma necessidade da população, por isso barrou meu projeto sem pensar no povo. Lamentavelmente, os maranhenses foram obrigados a esperar três anos para terem esse direito”, concluiu ele.

Compartilhe
0 0 votos
Classificação da notícias
Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x