Governo anuncia novo ferryboat para travessia SLZ–Cujupe

MARANHÃO, 21 de outubro de 2025 – O governador Carlos Brandão (PSB) anunciou nesta terça (21), que o Governo do Maranhão trará um novo ferryboat para operar na travessia entre os terminais da Ponta da Espera, em São Luís, e Cujupe, em Alcântara. A medida busca ampliar a frota e garantir maior estabilidade ao sistema de transporte aquaviário que atende a região da Baixada Maranhense. O ferryboat Cidade de Araioses iniciou suas operações no Terminal da Ponta da Espera há pouco mais de três anos. A embarcação foi adquirida pelo Governo do Estado com o objetivo de oferecer melhores condições de transporte aos passageiros que utilizam diariamente a rota entre São Luís e a Baixada Maranhense. Brandão também destacou que o reforço faz parte de um conjunto de ações de infraestrutura voltadas à mobilidade regional. Ele também informou que a MA-014, importante via que liga São Luís a municípios como Viana, Pinheiro e São Bento, está passando por obras de requalificação para melhorar o tráfego e o escoamento da produção local. “Estamos trabalhando para trazer mais um ferryboat ao nosso serviço aquaviário. Destaco também que continuam as obras da MA-014: é compromisso do nosso governo entregar a via totalmente requalificada e dar melhores condições de mobilidade à Baixada Maranhense”, declarou o governador.
Ferryboat Cidade de Araioses retoma operação após encalhe

MARANHÃO, 8 de outubro de 2025 – O ferryboat Cidade de Araioses retomou suas operações na madrugada desta quarta (8) após cinco dias paralisado devido a um encalhe. A embarcação havia ficado imobilizada na sexta (3) ao colidir com pedras na Ilha do Cajual, durante a rota entre a Ponta da Espera em São Luís e o Cujupe, em Alcântara. Segundo a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), a viagem das 3h ocorreu normalmente após a liberação da embarcação pela Capitania dos Portos. O acidente manteve o ferryboat encalhado por aproximadamente onze horas, aguardando o resgate que só se tornou possível com a maré alta. Durante esse período, 210 pessoas, entre passageiros e tripulantes, permaneceram a bordo até a chegada do reboque na tarde do mesmo dia.
Fernando Braide cobra rigor na segurança de ferries no MA

MARANHÃO, 8 de outubro de 2025 – O deputado estadual Fernando Braide (Solidariedade) reuniu-se na segunda (6) com o comandante Simões, da Capitania dos Portos do Maranhão, para discutir a segurança do transporte aquaviário. O encontro ocorreu após o encalhe do ferry Cidade de Araioses, na sexta (3), com mais de 200 passageiros a bordo, na Baía de São Marcos. Durante a reunião, Braide destacou que o incidente “poderia ter terminado em tragédia” e defendeu maior rigor na fiscalização das embarcações que operam no estado. Segundo o parlamentar, é essencial que as empresas responsáveis mantenham suas balsas em condições adequadas de navegação e segurança.
Ferryboat Araioses encalhado no Maranhão só sairá à tarde

MARANHÃO, 03 de outubro de 2025 – O ferryboat Araioses encalhou em um banco de areia no canal do Cujupe (MA) na madrugada desta sexta (3), suspendendo sua travessia. A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) informou que a embarcação só deve prosseguir viagem por volta das 15h, com a subida da maré. A tripuição acionou protocolos de segurança e presta assistência aos passageiros, que permanecem a bordo sem registro de feridos. Itens da lanchonete foram disponibilizados para as pessoas a bordo. A operadora prepara uma nova remessa de alimentação, que um rebocador levará até o local do imprevisto. A Capitania dos Portos, acionada imediatamente após o ocorrido, irá apurar as circunstâncias do encalhe.
Governo do MA garante 7 ferrys extras, mas não cumpre promessa

SÃO LUÍS, 28 de março de 2024 – Passageiros que utilizam o serviço de ferry boat na Ponta da Espera, em São Luís, ficaram indignados devido a atrasos e falta de comunicação por parte da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Na quinta (28), a expectativa era de sete embarcações extras, porém, a promessa não se concretizou. Desde as primeiras horas da manhã, passageiros, incluindo crianças e idosos, enfrentaram longas esperas sob o sol escaldante, sem receber informações precisas sobre os horários de embarque.
Ferryboats confiscados pelo governo do MA estão sucateados e operam sem licenças

MARANHÃO, 28 de dezembro de 2023 – Há quase quatro anos, a Servi Porto, que opera na travessia aquaviária por ferryboats na Baia de São Marcos, está sob intervenção estadual. Nesse longo período, as três embarcações da empresa confiscadas foram sucateadas por falta de manutenção e, segundo apuração, operam sem licenças, por falta de compromisso com as normas legais. A justificativa do Estado para se apropriar do negócio foi de que a prestação do serviço era de baixa qualidade. Pelo que se sabe, nunca houve licitação no Maranhão para que as empresas que operam o transporte aquaviário entre a Ilha de São Luís e o continente passassem a ter concessão do serviço. Há somente uma autorização, portanto, se a empresa estava operando de forma deficiente, deveria ter sido somente afastada da operação e não tomada de seus proprietários. Como é conhecimento público, a Servi Porto é uma empresa de capital privado, portanto, fez, durante os anos em que operou, sob a gestão dos proprietários, investimentos na compra das embarcações e para a manutenção dessas. No entanto, após o confisco pelo governo, os proprietários foram completamente afastados, sem direito a nenhuma prestação de contas. Os donos, conforme também investigou este Blog, não recebem absolutamente nada pelo uso dos seus bens, são proibidos de acessar qualquer área da sua própria empresa e ainda são cobrados pela utilização de seus equipamentos, que não se restringem à operação da travessia aquaviária entre os terminais da Ponta da Espera, em São Luís, e de Cujupe, em Alcântara. Dívidas A empresa está completamente endividada e nem mesmo os parcelamentos das embarcações, que foram financiadas, estão sendo pagos. O governo nunca se preocupou com as dívidas e tirou dos proprietários a possibilidade de saná-las, pois hoje se apodera de todo o lucro, sem nenhuma responsabilidade com a saúde financeira da companhia. Quando foi decretada a intervenção, em fevereiro de 2020, o Estado recebeu os três ferries (Cidade de Araioses, Cidade de Tutóia e Baia de São José) operantes e inteiros. Logo na primeira intervenção, os ferries foram entregues inteiros e durante as seguintes< Hoje, a empresa opera somente com uma embarcação (cheia de dívidas, aliás), sem as licenças e documentos exigidos pelos órgãos responsáveis. O ferryboat não possui os documentos exigidos para trafegar. E o que é pior, está prestes a ser devolvido aos seus seus verdadeiros donos com essas pendências legais, tais como licenças e outros documentos vencidos. O CNPJ está bloqueado e ninguém entende como conseguem liberações, mesmo com tantas ilegalidades. Durante os anos de intervenção do Estado na Servi Porto, duas empresas do Pará vieram a pretexto de resolver o problema, uma operando com uma embarcação completamente fora dos padrões exigidos para o mar do Maranhão e a outra com a promessa de trazer mais um ferry grande para navegar, assim como se viu na imprensa. Seria a solução, mas alguns fatos sombrios rodeiam essa situação e o mais grave é que pessoas ligadas diretamente ao governador são apontadas como sócias nesse novo investimento. Cartas marcadas Tudo leva a entender que as cartas estão marcadas para que essa empresa permaneça no Maranhão e vença uma possível licitação que venha a ocorrer. Mas, o mais assustador é que não só devolverão a Servi Porto em situação caótica, como também forçarão a execução e venda da única embarcação que funciona, deixando a Servi Porto em situação crítica. Vale lembrar que atualmente o Estado tem em mãos um CNPJ de uma empresa privada, que justifica investimentos por meio de leis criadas por ele mesmo, sob o pretexto de que se trata de um “serviço de necessidade pública”. Dezenas de milhões de reais já foram liberados para esse CNPJ e isso pode ser constatado por qualquer pessoa no Portal da Transparência do Governo do Maranhão. Em meio a tantos procedimentos atípicos, o que se vê é um total desastre por trás da maquiagem que o governo continua insistindo em mostrar. Justiça cega Com os olhos da Justiça do Maranhão parecendo completamente fechados para essa situação, os problemas vêm acontecendo de forma cada vez mais grave. E o Estado, que devastou a empresa Servi Porto, mostra de forma irresponsável uma realidade que não existe, apresentando em seus relatórios administrativos uma situação fictícia de que tudo está bem, inclusive que as duas embarcações inoperantes estão em manutenção. Porém, como todos podem ver nas fotos, uma embarcação não tem mais possibilidade de recuperação e encontra-se embaixo d’água. A última cena vista nos meios de comunicação, que mostra o ferryboat Cidade de Araioses à deriva na Baía de São Marcos, com centenas de passageiros a bordo, é assustadora e é a prova da má gestão do governo. Mais do que isso, retrata a falta de compromisso com bens e patrimônio de uma empresa privada e descaso com a vida dos milhares de usuários desse serviço.
Fernando Braide destaca implantação de torres de rede móvel

MARANHÃO, 16 de novembro de 2023 – Os terminais da Ponta da Espera, em São Luís, e do Cujupe, em Alcântara, passam a contar com torres de rede móvel 4G e 5G para garantir a conectividade dos usuários do transporte por ferry boat. O deputado estadual Fernando Braide (PSD) acompanhou o lançamento dos novos equipamentos em cerimônias realizadas na tarde desta terça (13) pelo Ministério das Comunicações (MCom). A ação beneficiará cerca 1,8 milhão de passageiros e aproximadamente 330 mil veículos que anualmente utilizam os serviços de transporte de barco, atendendo uma antiga demanda dos usuários do transporte aquaviário maranhense. Durante a cerimônia, o deputado Fernando Braide destacou a importância de oferecer conectividade à população. “Hoje em dia, resolvemos muitas coisas pelo celular e é justamente a praticidade de poder usar o aparelho em qualquer lugar que facilita a rotina das pessoas. Aqui no terminal, a queixa pela falta de internet era constante e esse é um passo importante para garantirmos mais avanço ao nosso estado. Agora, a expectativa é que as demais operadoras também ofertem o serviço em nossos terminais”, disse o parlamentar. O ministro Juscelino Filho esteve presente na cerimônia e destacou o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo Federal, por meio do MCom, para ampliar a conectividade no país. “Esse avanço é fruto de mais uma ação coordenada pela nossa gestão à frente do Ministério das Comunicações, em parceria com o Governo do Maranhão, para garantirmos mais conectividade para os maranhenses. Estamos resolvendo um problema histórico naquela região e dando mais comodidade aos passageiros que utilizam o serviço de ferry boat”, afirmou o ministro.
Ferryboat que opera em São Luís apresenta problemas em Belém

SÃO LUÍS, 26 de outubro de 2023 – As dificuldades no transporte fluvial não são exclusivas do Maranhão, mas também se estendem ao Pará. A empresa Rodofluvial Banav, responsável pelo ferry-boat José Humberto em São Luís, enfrenta problemas semelhantes com sua embarcação “Solimões” em Belém, como revelam relatórios recentes do jornal O Liberal. No ano passado, cerca de cem passageiros enfrentaram a interrupção da viagem devido a falhas mecânicas no navio “Solimões” durante a travessia para a ilha do Marajó. Novas denúncias surgiram indicando a possível extinção da linha fluvial Belém-Mosqueiro operada pela Banav, com afixação de um comunicado no guichê da empresa informando o encerramento do serviço até o final do mês. Apesar da capacidade do ferry-boat para 208 passageiros, a lotação média é de apenas 40 passageiros, com tarifas que ultrapassam as dos ônibus para o distrito de Belém. Navio apresenta pane no motor e passageiros enfrentam mais de 6 horas de espera em Belém. https://t.co/EX690Tw4sp pic.twitter.com/0EOaMnpCKY — oliberal.com (@oliberal) September 7, 2022