EMPREGOS DE APLICATIVOS
Proposta que Lula quer no Brasil destruiu metade dos empregos de aplicativos na Espanha
Por José Linhares Jr • 21/05/2022
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Instituída em 2021 por governo esquerdista espanhol, lei que Lula quer aplicar no Brasil colocou metade dos entregadores espanhóis na rua, fechou empresas e bagunçou setor de entregas

Na semana passada o ex-presidente Lula afirmou que pretende lutar contra os chamadas “empregos de aplicativos” caso seja eleito presidente em outubro. Coincidentemente, no mesmo período foi comemorado o aniversário de um ano de implantação de uma lei semelhante a proposta por Lula na Espanha. O resultado no outro país foi devastador: milhares de empregos destruídos, empresas fechadas e dificuldade para entrar no mercado de trabalho.

A chamada “Lei do Entregador (Ley do Rider)” foi instituída em 2021. Assim como Lula faz no Brasil, o governo espanhol prometia “melhores condições de trabalho” aos entregadores. Basicamente a legislação visava acabar com o trabalho de freelancer e exigir vínculos empregatícios entre empresas e entregadores. Plataformas como Uber Eats, Glovo, Deliveroo e Just Eat tiveram alguns meses para adaptarem-se às novas leis que exigiam a regularização dos entregadores e o fim da colaborações como freelancers.

Um ano após a implantação da lei, o que se viu foi o extermínio de METADE das vagas de emprego e a regulamentação de apenas 25% do total de entregadores. Ganhar dinheiro também ficou mais difícil. Com os salários fixos e horários determinados, os entregadores não ganham mais por produção. Dessa forma, os entregadores perderam a opção de trabalhar mais para ganhar mais.

Com uma área um pouco maior que Maranhão, Goiás e Mato Grosso do Sul, a Espanha possuía cerca de 30 mil entregadores em 2020. Após a implantação da lei que quer ser trazida por Lula ao Brasil, 10 mil vagas foram fechadas e outros 15 mil ainda seguem como autônomos. Empresas também foram fechadas, caso da Deliveroo (uma das maiores do mercado espanhol) que ao fechar desempregou 4 mil pessoas. Os dados são da Associação Profissional dos Entregadores Autónomos (APRA). 

Outros dados afirmam que 2.000 entregadores autônomos da Amazon pararam de trabalhar com a gigante digital após a lei. A empresa preferiu romper qualquer vínculo empregatício com eles ao invés de incorporá-los ao seu quadro de funcionários e concentrou suas distribuições em seus próprios funcionários já contratados anteriormente. Resultado: menos entregadores e mais entregas.

Desde que a começou a ser aplicada, há menos entregadores trabalhando, há menos empresas no mercado e as ações judiciais contra as empresas não se adequarem às novas normas se acumulam.

Ironicamente, a maioria dos trabalhadores que não perderam seus empregos ainda é, em sua maioria, autônomos. Uma outra parcela trabalha por meio de subcontratos e uma pequena porcentagem é contratada pela própria plataforma.

Assim como Lula, a idealizadora da lei na Espanha, Yolanda Díaz, afirmava que a nova legislação iria acabar com a o trabalho que considerava “precário e abusivo”. A função de entregador continua do mesmo jeito antes da lei e o número de desempregados na Espanha aumentou.

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3 Comentários

  1. Magno Cunha

    Olhe linharoso tinhoso e mentiroso, nunca busque confundir cu de piranha ” que é o desgoverno do ignorante bozo” com desejo e vontade de superar pra melhor a vida do povo pobre e miserável deste país, que este atual desgoverno do bozo está fabricando em larga escala ascendente!!!!!! É uma merda esse desgoverno do bozo fascista!!!!!!!!!

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  2. Anônimo

    E tem loprado que acha que o entocado ex presidiário vai ganhar, o coitado não tem coragem de sair as ruas, e seu comício é um redundante fracasso apesar de ter a Daniela Mercury como garota propagando um fiasco. Kkkk vai ganhar igual a Haddad lider nas pesquisas presidencias. Povo tolo.

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  3. Anônimo

    Tá ae o discurso de um “pobre e miserável” militante de estimação falando. Vai se informar ignorante! Se é tão bom seu nine, vai com ele pra Venezuela. Compramos as passagens só de ida! Babaca!

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